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<title>Número 20-21</title>
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<updated>2026-06-10T19:18:47Z</updated>
<dc:date>2026-06-10T19:18:47Z</dc:date>
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<title>Formación docente y enseñanza de la lengua: Entrevista a Valdir Barzotto</title>
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<author>
<name>Massarella, Matías David</name>
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<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117241</id>
<updated>2021-04-16T20:02:58Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Contribucion a revista
El toldo de Astier; no. 20-21
Esta entrevista fue realizada para dar continuidad al intercambio realizado durante el mes de marzo en el marco de mi estadía de investigación y docencia en la Facultad de Educación de la Universidad de San Pablo (FE-USP), Brasil. Allí, presencié las clases del Profesor Valdir Barzotto y compartí con él algunos debates sobre la formación docente en enseñanza de las lenguas, tanto para las carreras de Letras como para las de Magisterio.&#13;
Por razones de público conocimiento, la declaración del Covid-19 como pandemia por parte de la Organización Mundial de la Salud (OMS) derivó en medidas globales de aislamiento y distanciamiento social, lo que obligó al cierre preventivo de las instituciones educativas e interrumpió la presencialidad de las clases en todos los niveles. Estas circunstancias adelantaron mi regreso a la Argentina y significaron el cese de mi estadía en la FE-USP. Sin embargo, continuamos el diálogo por medios virtuales y el Profesor Barzotto accedió muy entusiasmado a la realización de una entrevista “a la distancia” en la que buscamos profundizar sobre algunos aspectos de la enseñanza de la lengua y contar un poco más sobre su trayectoria y su rol como formador de docentes.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>Esta entrevista fue realizada para dar continuidad al intercambio realizado durante el mes de marzo en el marco de mi estadía de investigación y docencia en la Facultad de Educación de la Universidad de San Pablo (FE-USP), Brasil. Allí, presencié las clases del Profesor Valdir Barzotto y compartí con él algunos debates sobre la formación docente en enseñanza de las lenguas, tanto para las carreras de Letras como para las de Magisterio.&#13;
Por razones de público conocimiento, la declaración del Covid-19 como pandemia por parte de la Organización Mundial de la Salud (OMS) derivó en medidas globales de aislamiento y distanciamiento social, lo que obligó al cierre preventivo de las instituciones educativas e interrumpió la presencialidad de las clases en todos los niveles. Estas circunstancias adelantaron mi regreso a la Argentina y significaron el cese de mi estadía en la FE-USP. Sin embargo, continuamos el diálogo por medios virtuales y el Profesor Barzotto accedió muy entusiasmado a la realización de una entrevista “a la distancia” en la que buscamos profundizar sobre algunos aspectos de la enseñanza de la lengua y contar un poco más sobre su trayectoria y su rol como formador de docentes.</dc:description>
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<title>Pesquisa do ensino das línguas e literaturas: Entrevista com Carolina Cuesta</title>
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<author>
<name>Dos Santos, Ariadne Catarine</name>
</author>
<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117237</id>
<updated>2021-04-16T20:03:03Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Contribucion a revista
El toldo de Astier; no. 20-21
Carolina Cuesta é Doutora em Letras pela Faculdade de Humanidades e Ciências da Educação, da Universidad Nacional de La Plata (FaHCE-UNLP). Atua como Professora Adjunta na cátedra Didática de Língua e Literatura I na mesma instituição. Também como Professora Asociada na Licenciatura em Ensino e Práticas de Leitura e Escrita para a Educação Primária, na Universidad Pedagógica Nacional (UNIPE), nesta universidade, ela também é pesquisadora. É diretora desta revista e recentemente lançou o livro intitulado Didática de Língua e Literatura, políticas educativas e trabalho docente – Problemas metodológicos de ensino (2019), resultado de sua tese de doutorado.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>Carolina Cuesta é Doutora em Letras pela Faculdade de Humanidades e Ciências da Educação, da Universidad Nacional de La Plata (FaHCE-UNLP). Atua como Professora Adjunta na cátedra Didática de Língua e Literatura I na mesma instituição. Também como Professora Asociada na Licenciatura em Ensino e Práticas de Leitura e Escrita para a Educação Primária, na Universidad Pedagógica Nacional (UNIPE), nesta universidade, ela também é pesquisadora. É diretora desta revista e recentemente lançou o livro intitulado Didática de Língua e Literatura, políticas educativas e trabalho docente – Problemas metodológicos de ensino (2019), resultado de sua tese de doutorado.</dc:description>
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<title>Escrevendo pelas beiras: da mão à obra</title>
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<author>
<name>Massao Fairchild, Thomas</name>
</author>
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<updated>2021-04-16T20:03:06Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
Neste ensaio, discuto as possibilidades de emergência de uma literatura “nas beiras” a partir da organização local do trabalho de escritores aspirantes. Começo dando o exemplo de um autor independente, Clei Souza, em cuja obra encontro inscrita, se bem que não de forma proposital, uma teoria do autor. Na segunda parte, desenvolvo explicitamente essa teoria afirmando que a produção do texto literário, não podendo ser entendida como gesto individual, é o resultado contraditório de um conjunto de experiências dispersas numa coletividade. Descrevo essas experiências em número de quatro – viver, narrar, escutar, escrever. Por fim, faço um relato do trabalho desenvolvido pela oficina Mão&amp;Obra em prol da publicação artesanal de escritores aspirantes, buscando mostrar como ele busca materializar essa concepção de autoria. Explico a organização do trabalho da oficina e forneço alguns exemplos de exercícios de escrita. Com isso, procuro estabelecer, ainda que como primeiro esboço, as bases de um movimento de promoção da escrita que caminhe da mão à obra – isto é, da organização de uma força de trabalho à instituição do produto desse trabalho como objeto cultural com valor simbólico de troca.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>Neste ensaio, discuto as possibilidades de emergência de uma literatura “nas beiras” a partir da organização local do trabalho de escritores aspirantes. Começo dando o exemplo de um autor independente, Clei Souza, em cuja obra encontro inscrita, se bem que não de forma proposital, uma teoria do autor. Na segunda parte, desenvolvo explicitamente essa teoria afirmando que a produção do texto literário, não podendo ser entendida como gesto individual, é o resultado contraditório de um conjunto de experiências dispersas numa coletividade. Descrevo essas experiências em número de quatro – viver, narrar, escutar, escrever. Por fim, faço um relato do trabalho desenvolvido pela oficina Mão&amp;Obra em prol da publicação artesanal de escritores aspirantes, buscando mostrar como ele busca materializar essa concepção de autoria. Explico a organização do trabalho da oficina e forneço alguns exemplos de exercícios de escrita. Com isso, procuro estabelecer, ainda que como primeiro esboço, as bases de um movimento de promoção da escrita que caminhe da mão à obra – isto é, da organização de uma força de trabalho à instituição do produto desse trabalho como objeto cultural com valor simbólico de troca.</dc:description>
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<title>A representação dos corpos a partir da criação de ciclos naturais – escritores improváveis</title>
<link href="http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117218" rel="alternate"/>
<author>
<name>Silva Santos, Tatiane</name>
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<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117218</id>
<updated>2021-04-16T20:03:07Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
Embora existam, em quase todos os meios, discursos para que a literatura ocupe mais espaços na sociedade, há uma contradição em relação ao que acontece na prática: o padrão de textos produzidos, em sua maioria, por homens brancos. A população da América Latina: também feminina, indígena, negra, parda, LGBTQIA+, etc., não cabe nesta especificação, no entanto, os discursos nos levam a normalizar a situação projetada a partir da predominância de escritores e personagens uniformes.&#13;
Os leitores, ou melhor, as imagens criadas sobre estes leitores, são parecidas, refletindo a constituição da elite dominante. Questionamos, portanto, onde estão os outros corpos, os corpos de escritores e personagens constituintes da real diversidade existente. Achille Mbembe em seu ensaio &lt;i&gt;Necropolítica&lt;/i&gt; (2018), a partir do conceito de biopoder explicitado por Foucault sobre os controles sobre a vida e a morte, questiona: “Se considerarmos a política uma forma de guerra, devemos perguntar: que lugar é dado à vida, à morte e ao corpo humano (em especial o corpo ferido ou massacrado)? Como eles estão inscritos na ordem de poder?” (Mbembe, 2018, p. 6-7). Trazemos as questões para o campo literário: como os diferentes corpos estão inscritos na literatura? Na busca por respostas, encontramos nos livros a tentativa de apagamento, de construção de uma ordem constituída para privilegiar grupos específicos.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>Embora existam, em quase todos os meios, discursos para que a literatura ocupe mais espaços na sociedade, há uma contradição em relação ao que acontece na prática: o padrão de textos produzidos, em sua maioria, por homens brancos. A população da América Latina: também feminina, indígena, negra, parda, LGBTQIA+, etc., não cabe nesta especificação, no entanto, os discursos nos levam a normalizar a situação projetada a partir da predominância de escritores e personagens uniformes.&#13;
Os leitores, ou melhor, as imagens criadas sobre estes leitores, são parecidas, refletindo a constituição da elite dominante. Questionamos, portanto, onde estão os outros corpos, os corpos de escritores e personagens constituintes da real diversidade existente. Achille Mbembe em seu ensaio &lt;i&gt;Necropolítica&lt;/i&gt; (2018), a partir do conceito de biopoder explicitado por Foucault sobre os controles sobre a vida e a morte, questiona: “Se considerarmos a política uma forma de guerra, devemos perguntar: que lugar é dado à vida, à morte e ao corpo humano (em especial o corpo ferido ou massacrado)? Como eles estão inscritos na ordem de poder?” (Mbembe, 2018, p. 6-7). Trazemos as questões para o campo literário: como os diferentes corpos estão inscritos na literatura? Na busca por respostas, encontramos nos livros a tentativa de apagamento, de construção de uma ordem constituída para privilegiar grupos específicos.</dc:description>
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<title>A presença das línguas africanas nas variedades da língua portuguesa no Brasil, Angola e Moçambique: caminhos para sua legitimação e incorporação no espaço escolar</title>
<link href="http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117210" rel="alternate"/>
<author>
<name>Perina de Souza, Sheila</name>
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<author>
<name>Mugabo Abdula, Rajabo Alfredo</name>
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<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117210</id>
<updated>2021-04-16T20:03:08Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
Nos últimos anos, temos estudado o ensino de línguas em Angola e Moçambique e identificamos a existência de uma certa hostilidade relativa à incorporação e à visibilidade das línguas africanas nas escolas nas quais a língua portuguesa é a oficial. Assim como esses dois países, o Brasil também sofreu processos de colonização linguística (Mariani, 2004), que resultaram, entre outras ações, na estigmatização das línguas africanas. Todavia, apesar de toda a tentativa de homogeneização e da situação de marginalização sofrida no período colonial, ainda se verifica a existência de variedades do português que são influenciadas pelas línguas africanas como: o português angolano, o português moçambicano; e, no Brasil, segundo Lucchesi (2009), a presença das línguas africanas são mais evidentes na variedade popular do português brasileiro. Nesses países citados, as variedades do português influenciadas pelas línguas africanas vivem em nítida concorrência com o português da norma padrão. Tendo em vista esse contexto, este artigo tem como objetivo refletir sobre a incorporação do português, influenciado pelas línguas africanas, nas escolas desses três países. Buscamos discutir os desafios para incorporação dessas variedades, tendo como hipótese que as imagens das línguas africanas, produzidas no período colonial, ainda funcionam como entraves para uma real incorporação. Como base teórica, dialogamos com os trabalhos de Fanon (2008) sobre as atitudes linguísticas coloniais; e, com Barzotto (2004), em especial com a noção de incorporação em sala de aula das variedades linguísticas trazidas pelos alunos. A ideia geral, portanto, é mostrar que incorporação das variedades do português, influenciadas pelas línguas africanas, auxilia a inserção da(s) cultura(s) africana(s) na escola, rompendo com a tradição eurocêntrica escolhida, preferencialmente, para construir o currículo escolar.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>Nos últimos anos, temos estudado o ensino de línguas em Angola e Moçambique e identificamos a existência de uma certa hostilidade relativa à incorporação e à visibilidade das línguas africanas nas escolas nas quais a língua portuguesa é a oficial. Assim como esses dois países, o Brasil também sofreu processos de colonização linguística (Mariani, 2004), que resultaram, entre outras ações, na estigmatização das línguas africanas. Todavia, apesar de toda a tentativa de homogeneização e da situação de marginalização sofrida no período colonial, ainda se verifica a existência de variedades do português que são influenciadas pelas línguas africanas como: o português angolano, o português moçambicano; e, no Brasil, segundo Lucchesi (2009), a presença das línguas africanas são mais evidentes na variedade popular do português brasileiro. Nesses países citados, as variedades do português influenciadas pelas línguas africanas vivem em nítida concorrência com o português da norma padrão. Tendo em vista esse contexto, este artigo tem como objetivo refletir sobre a incorporação do português, influenciado pelas línguas africanas, nas escolas desses três países. Buscamos discutir os desafios para incorporação dessas variedades, tendo como hipótese que as imagens das línguas africanas, produzidas no período colonial, ainda funcionam como entraves para uma real incorporação. Como base teórica, dialogamos com os trabalhos de Fanon (2008) sobre as atitudes linguísticas coloniais; e, com Barzotto (2004), em especial com a noção de incorporação em sala de aula das variedades linguísticas trazidas pelos alunos. A ideia geral, portanto, é mostrar que incorporação das variedades do português, influenciadas pelas línguas africanas, auxilia a inserção da(s) cultura(s) africana(s) na escola, rompendo com a tradição eurocêntrica escolhida, preferencialmente, para construir o currículo escolar.</dc:description>
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<title>O ensino de Português como língua adicional na formação de alunos estrangeiros e de estudantes de Licenciatura</title>
<link href="http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117205" rel="alternate"/>
<author>
<name>Olla Paes de Almeida, Selma Regina</name>
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<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117205</id>
<updated>2021-04-16T20:03:10Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
Este artigo relata a experiência realizada a partir da elaboração e execução de um curso de extensão em Língua Portuguesa e cultura brasileira para estudantes estrangeiros em intercâmbio occorrido no segundo semestre de 2019 na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Por meio de um trabalho de maior aproximação com alunos estrangeiros, notou-se que, embora esses alunos pudessem ter estudado a Língua Portuguesa e alguns aspectos da cultura brasileira antes de vir para o Brasil, era necessário um aprofundamento no idioma que lhes permitisse uma inserção mais efetiva na cultura. Dessa forma, um docente da Faculdade de Educação mobilizou seus alunos da disciplina de Metodologia de Ensino de Linguística e outros orientandos e ex-orientandos de pós-graduação para ministrarem as aulas do curso de Português para alunos intercambistas ao longo de um semestre. Para além da formação dos estudantes estrangeiros interessados em aprender a Língua Portuguesa, esse curso foi um espaço de formação docente para os estudantes do curso de Licenciatura em Letras e Pedagogia da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, e também um espaço de reflexão sobre o ensino de língua e cultura para todos os participantes envolvidos. Dessa forma, o objetivo deste artigo é compartilhar um pouco da experiência do curso “Língua e Cultura Brasileiras para Alunos em Intercâmbio”, evidenciando o movimento de ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa pelos dois grupos de alunos, licenciandos e estrangeiros, de modo a apontar algumas reflexões que surgiram ao longo das aulas.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>Este artigo relata a experiência realizada a partir da elaboração e execução de um curso de extensão em Língua Portuguesa e cultura brasileira para estudantes estrangeiros em intercâmbio occorrido no segundo semestre de 2019 na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Por meio de um trabalho de maior aproximação com alunos estrangeiros, notou-se que, embora esses alunos pudessem ter estudado a Língua Portuguesa e alguns aspectos da cultura brasileira antes de vir para o Brasil, era necessário um aprofundamento no idioma que lhes permitisse uma inserção mais efetiva na cultura. Dessa forma, um docente da Faculdade de Educação mobilizou seus alunos da disciplina de Metodologia de Ensino de Linguística e outros orientandos e ex-orientandos de pós-graduação para ministrarem as aulas do curso de Português para alunos intercambistas ao longo de um semestre. Para além da formação dos estudantes estrangeiros interessados em aprender a Língua Portuguesa, esse curso foi um espaço de formação docente para os estudantes do curso de Licenciatura em Letras e Pedagogia da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, e também um espaço de reflexão sobre o ensino de língua e cultura para todos os participantes envolvidos. Dessa forma, o objetivo deste artigo é compartilhar um pouco da experiência do curso “Língua e Cultura Brasileiras para Alunos em Intercâmbio”, evidenciando o movimento de ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa pelos dois grupos de alunos, licenciandos e estrangeiros, de modo a apontar algumas reflexões que surgiram ao longo das aulas.</dc:description>
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<title>"Tudo junto e misturado?": as contribuições e os limites do multiculturalismo no ensino de línguas</title>
<link href="http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117202" rel="alternate"/>
<author>
<name>Puh, Milan</name>
</author>
<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117202</id>
<updated>2021-04-16T20:03:11Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
Este ensaio foi elaborado a partir da reflexão provinda do trabalho docente nas disciplinas Metodologias do Ensino de Alemão, Grego, Latim e Letras Orientais na Universidade de São Paulo e da pesquisa de doutorado sobre as políticas linguísticas em e para comunidades de imigrantes e modos de ensino (não)formais, no caso eslavas (Puh, 2017). Exploro as diferentes definições que fazem sobre o multiculturalismo e seu campo teórico, bem como as discussões que giram em torno de sua presença no ensino de línguas no contexto universitário brasileiro. Assim, apresento diferentes referências da esfera da produção acadêmica e institucional/governamental para elucidar a coexistência de algumas visões (conservadora, liberal, crítica, antirracista e antiopressão), com o objetivo principal de pensar possibilidades de análise do senso comum presente no que se refere ao multiculturalismo, que na minha hipótese representa um modo de “orientalização” de línguas não-ocidentais. Isso pressupõe a criação de um aparelho analítico e teórico que poderá ser utilizado para a abordagem do que chamamos de Políticas Linguísticas Acadêmicas. Desse modo, espera-se construir leituras mais críticas sobre as contribuições, e principalmente, os limites do multiculturalismo, indo inclusive além dele para outros –ismos, no que se refere ao ensino de línguas no contexto da Universidade e da formação docente, que frequentemente colocados nos seus lugares quando se perceberam os seus limites.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>Este ensaio foi elaborado a partir da reflexão provinda do trabalho docente nas disciplinas Metodologias do Ensino de Alemão, Grego, Latim e Letras Orientais na Universidade de São Paulo e da pesquisa de doutorado sobre as políticas linguísticas em e para comunidades de imigrantes e modos de ensino (não)formais, no caso eslavas (Puh, 2017). Exploro as diferentes definições que fazem sobre o multiculturalismo e seu campo teórico, bem como as discussões que giram em torno de sua presença no ensino de línguas no contexto universitário brasileiro. Assim, apresento diferentes referências da esfera da produção acadêmica e institucional/governamental para elucidar a coexistência de algumas visões (conservadora, liberal, crítica, antirracista e antiopressão), com o objetivo principal de pensar possibilidades de análise do senso comum presente no que se refere ao multiculturalismo, que na minha hipótese representa um modo de “orientalização” de línguas não-ocidentais. Isso pressupõe a criação de um aparelho analítico e teórico que poderá ser utilizado para a abordagem do que chamamos de Políticas Linguísticas Acadêmicas. Desse modo, espera-se construir leituras mais críticas sobre as contribuições, e principalmente, os limites do multiculturalismo, indo inclusive além dele para outros –ismos, no que se refere ao ensino de línguas no contexto da Universidade e da formação docente, que frequentemente colocados nos seus lugares quando se perceberam os seus limites.</dc:description>
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<title>Formar ciudadanos lectores "competentes": concepciones de lectura en las políticas curriculares de la región</title>
<link href="http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117199" rel="alternate"/>
<author>
<name>Perla, Matías Andrés</name>
</author>
<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117199</id>
<updated>2024-10-23T17:47:59Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El Toldo de Astier; no. 20-21
En el presente artículo nos proponemos revisar cuáles son las concepciones de lectura que vienen siendo vehiculizadas en las últimas décadas en las políticas curriculares a nivel nacional y de la región -con mayor o menor continuidad- para poder pensar, en qué medida estarían operacionalizando la “democratización” que buscarían perseguir, o si en definitiva se trata de una circunscripción a un plano retórico-discursivo del eslogan educacional (Dubin, 2019; Fonseca de Carvalho, 2001; Scheffler, 1970) pero con efectos particulares sobre la formación de sujetos.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>En el presente artículo nos proponemos revisar cuáles son las concepciones de lectura que vienen siendo vehiculizadas en las últimas décadas en las políticas curriculares a nivel nacional y de la región -con mayor o menor continuidad- para poder pensar, en qué medida estarían operacionalizando la “democratización” que buscarían perseguir, o si en definitiva se trata de una circunscripción a un plano retórico-discursivo del eslogan educacional (Dubin, 2019; Fonseca de Carvalho, 2001; Scheffler, 1970) pero con efectos particulares sobre la formación de sujetos.</dc:description>
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<title>Diversidad lingüística en la formación docente inicial: una aproximación desde lo documentado</title>
<link href="http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117172" rel="alternate"/>
<author>
<name>Oviedo, María Inés</name>
</author>
<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117172</id>
<updated>2021-04-15T20:02:28Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
El proyecto de investigación “Enseñanza de la lengua y la literatura en la formación docente: perspectivas teóricas y didácticas en los documentos de política pública”, UNIPE 2018-2019, busca relevar, sistematizar y estudiar las distintas perspectivas teóricas y metodológicas de la alfabetización, la enseñanza de la lengua y literatura, en las que se implican la lectura y la escritura, que presentan los documentos de la política educativa para el área y, específicamente destinados a la formación inicial y continua de los docentes de la educación primaria. Asimismo, se plantea el abordaje de las características que asumen dichas perspectivas teóricas y metodológicas en convivencia o cruce, puesto que no se inscriben en los mismos desarrollos disciplinarios cuyos fundamentos epistemológicos responden a distintas líneas didácticas. Por ende, se busca dar cuenta -a través de la indagación propuesta- de cuáles son los saberes pedagógicos en tensión (Rockwell, 2009) hacia el interior de la misma producción curricular antes señalada para, de esta manera, contribuir a los desarrollos de la formación docente en general y, particularmente a los llevados a cabo en la Universidad Pedagógica Nacional.&#13;
En este marco, se realizó un relevamiento documental en torno a la presencia de la diversidad en documentos oficiales, para luego indagar el impacto de esos lineamientos en la formación docente en la provincia de Buenos Aires. De esta manera, se analizan los vínculos entre las investigaciones académicas y didácticas, la política pública y la enseñanza en el nivel superior no universitario, particularmente en la formación de docentes para la educación primaria. A partir del análisis documental y de entrevistas en profundidad se busca comprender cuáles son los sentidos que los docentes formadores le otorgan a estas prescripciones, en qué líneas lingüísticas y didácticas se apoyan para abordarlas y qué tensiones se producen en sus prácticas de enseñanza.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>El proyecto de investigación “Enseñanza de la lengua y la literatura en la formación docente: perspectivas teóricas y didácticas en los documentos de política pública”, UNIPE 2018-2019, busca relevar, sistematizar y estudiar las distintas perspectivas teóricas y metodológicas de la alfabetización, la enseñanza de la lengua y literatura, en las que se implican la lectura y la escritura, que presentan los documentos de la política educativa para el área y, específicamente destinados a la formación inicial y continua de los docentes de la educación primaria. Asimismo, se plantea el abordaje de las características que asumen dichas perspectivas teóricas y metodológicas en convivencia o cruce, puesto que no se inscriben en los mismos desarrollos disciplinarios cuyos fundamentos epistemológicos responden a distintas líneas didácticas. Por ende, se busca dar cuenta -a través de la indagación propuesta- de cuáles son los saberes pedagógicos en tensión (Rockwell, 2009) hacia el interior de la misma producción curricular antes señalada para, de esta manera, contribuir a los desarrollos de la formación docente en general y, particularmente a los llevados a cabo en la Universidad Pedagógica Nacional.&#13;
En este marco, se realizó un relevamiento documental en torno a la presencia de la diversidad en documentos oficiales, para luego indagar el impacto de esos lineamientos en la formación docente en la provincia de Buenos Aires. De esta manera, se analizan los vínculos entre las investigaciones académicas y didácticas, la política pública y la enseñanza en el nivel superior no universitario, particularmente en la formación de docentes para la educación primaria. A partir del análisis documental y de entrevistas en profundidad se busca comprender cuáles son los sentidos que los docentes formadores le otorgan a estas prescripciones, en qué líneas lingüísticas y didácticas se apoyan para abordarlas y qué tensiones se producen en sus prácticas de enseñanza.</dc:description>
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<title>Consumos culturales y contenidos escolares: continuidades para pensar la enseñanza de la lengua y la literatura</title>
<link href="http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117166" rel="alternate"/>
<author>
<name>López Corral, Manuela</name>
</author>
<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117166</id>
<updated>2021-04-15T20:02:30Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
Este trabajo expone algunas de las líneas de investigación sobre enseñanza de la literatura y su relación con diversos consumos culturales (Certeau, 2002) de los y las jóvenes en las escuelas secundarias.&#13;
En trabajos anteriores (López Corral, 2012, 2014, 2015, 2016, 2017, 2019a, 2019b) hemos realizado abordajes interpretativos de producciones de jóvenes estudiantes de escuelas secundarias de La Plata, y registros de clases de Lengua y Literatura desde perspectivas etnográficas que buscan dar cuenta de zonas de lo no documentado al interior del cotidiano escolar (Rockwell 2009; Rockwell y Ezpeleta, 1983). Estas indagaciones son estudios de caso que describen y analizan los &lt;i&gt;bestseller&lt;/i&gt; románticos juveniles, las &lt;i&gt;creepypastas&lt;/i&gt;, los &lt;i&gt;role-playing games&lt;/i&gt;, la &lt;i&gt;fanfiction&lt;/i&gt; y los consumos que los y las jóvenes hacen de ellas, así como sus relaciones con saberes sobre la lengua y la literatura que los documentos curriculares provinciales y nacionales indican como los contenidos a enseñar. Nos interesa, relacionados con estos temas, la revisión de los enfoques de la enseñanza de la literatura, así como de las políticas para el área a nivel nacional y en la provincia de Buenos Aires en relación con el trabajo docente.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>Este trabajo expone algunas de las líneas de investigación sobre enseñanza de la literatura y su relación con diversos consumos culturales (Certeau, 2002) de los y las jóvenes en las escuelas secundarias.&#13;
En trabajos anteriores (López Corral, 2012, 2014, 2015, 2016, 2017, 2019a, 2019b) hemos realizado abordajes interpretativos de producciones de jóvenes estudiantes de escuelas secundarias de La Plata, y registros de clases de Lengua y Literatura desde perspectivas etnográficas que buscan dar cuenta de zonas de lo no documentado al interior del cotidiano escolar (Rockwell 2009; Rockwell y Ezpeleta, 1983). Estas indagaciones son estudios de caso que describen y analizan los &lt;i&gt;bestseller&lt;/i&gt; románticos juveniles, las &lt;i&gt;creepypastas&lt;/i&gt;, los &lt;i&gt;role-playing games&lt;/i&gt;, la &lt;i&gt;fanfiction&lt;/i&gt; y los consumos que los y las jóvenes hacen de ellas, así como sus relaciones con saberes sobre la lengua y la literatura que los documentos curriculares provinciales y nacionales indican como los contenidos a enseñar. Nos interesa, relacionados con estos temas, la revisión de los enfoques de la enseñanza de la literatura, así como de las políticas para el área a nivel nacional y en la provincia de Buenos Aires en relación con el trabajo docente.</dc:description>
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<title>La práctica docente de los profesores de Lengua y Literatura de Bachillerato de Cuenca-Ecuador valorada desde sus vivencias</title>
<link href="http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117159" rel="alternate"/>
<author>
<name>Mora Abril, Nancy</name>
</author>
<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117159</id>
<updated>2021-04-15T20:02:34Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
El presente artículo resume las líneas generales de la propuesta de investigación para nuestra tesis de doctorado que se ubica en el área de educación y cuya temática se refiere a la formación docente. De esta manera, procura recopilar y analizar la valoración que tres generaciones de docentes de Bachillerato de Lengua y Literatura le dan a su profesión. Para ello se toma como objeto de estudio los testimonios de seis profesores de Bachillerato de una primera generación que va desde inicios del siglo XX hasta 1960, la generación de los jubilados; la segunda generación que va desde 1960 hasta 1990, la generación que está en ejercicio de su profesión; y una tercera generación, la de 1990 en adelante, que es la generación que ejercerá o empieza a ejercer su profesión docente en la actualidad. Este estudio se concentra en la ciudad de Cuenca (Ecuador) y en los profesores de Bachillerato de Lengua y Literatura. Con ello, señalamos que el hecho de que los profesores cuyas valoraciones sobre su profesión que integran nuestro objeto de estudio se hayan formado en instituciones de la misma ciudad, y hayan ejercido, ejerzan o estén por ejercer la docencia también en la misma localidad nos permite atender a esta variable de la investigación. Asimismo, dicha variable puesta en relación con las políticas educativas del área y nivel educativo circunscriptos a escala nacional nos habilita indagaciones sobre los efectos en las formaciones de los profesores, sus apropiaciones de las líneas teóricas disciplinarias y metodológicas de la enseñanza de la lengua y la literatura particularizadas en sus individualidades y en dicho recorte territorial. Por lo tanto, se busca establecer si se presentan distancias y cercanías entre las trayectorias de los distintos docentes para, de esta manera, dar cuenta de una historicidad particular de la formación docente y el ejercicio de la docencia en la ciudad de Cuenca (Ecuador), respecto del área de Lengua y Literatura de Bachillerato.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>El presente artículo resume las líneas generales de la propuesta de investigación para nuestra tesis de doctorado que se ubica en el área de educación y cuya temática se refiere a la formación docente. De esta manera, procura recopilar y analizar la valoración que tres generaciones de docentes de Bachillerato de Lengua y Literatura le dan a su profesión. Para ello se toma como objeto de estudio los testimonios de seis profesores de Bachillerato de una primera generación que va desde inicios del siglo XX hasta 1960, la generación de los jubilados; la segunda generación que va desde 1960 hasta 1990, la generación que está en ejercicio de su profesión; y una tercera generación, la de 1990 en adelante, que es la generación que ejercerá o empieza a ejercer su profesión docente en la actualidad. Este estudio se concentra en la ciudad de Cuenca (Ecuador) y en los profesores de Bachillerato de Lengua y Literatura. Con ello, señalamos que el hecho de que los profesores cuyas valoraciones sobre su profesión que integran nuestro objeto de estudio se hayan formado en instituciones de la misma ciudad, y hayan ejercido, ejerzan o estén por ejercer la docencia también en la misma localidad nos permite atender a esta variable de la investigación. Asimismo, dicha variable puesta en relación con las políticas educativas del área y nivel educativo circunscriptos a escala nacional nos habilita indagaciones sobre los efectos en las formaciones de los profesores, sus apropiaciones de las líneas teóricas disciplinarias y metodológicas de la enseñanza de la lengua y la literatura particularizadas en sus individualidades y en dicho recorte territorial. Por lo tanto, se busca establecer si se presentan distancias y cercanías entre las trayectorias de los distintos docentes para, de esta manera, dar cuenta de una historicidad particular de la formación docente y el ejercicio de la docencia en la ciudad de Cuenca (Ecuador), respecto del área de Lengua y Literatura de Bachillerato.</dc:description>
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<title>Escuela y diversidad lingüística: algunas reflexiones sobre la incorporación de "lenguas adicionales" en el sistema educativo rionegrino</title>
<link href="http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117158" rel="alternate"/>
<author>
<name>Zanfardini, Lucía</name>
</author>
<author>
<name>Vercellino, Soledad</name>
</author>
<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117158</id>
<updated>2021-04-15T20:02:35Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
En el presente trabajo, nos hemos propuesto encontrarnos desde dos disciplinas distintas (investigación lingüística y educativa) y desde diferentes perspectivas teóricas (Etnopragmática e Interculturalidad y la Psicopedagogía Crítica) para analizar el modo como se incorporaron lenguas adicionales en la escuela rionegrina. Nos referimos con “lenguas adicionales” al universo que constituyen en la escuela secundaria rionegrina a las lenguas que no son el español estándar (lenguas de migración como el aymara o quechua, lenguas preexistentes como el mapuzungun y lenguas extranjeras como el italiano o el inglés). Para ello, hemos revisado la normativa vigente (leyes y diseños curriculares) tanto para el nivel primario como para el secundario y la implementación de esa normativa en una serie de casos observados.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>En el presente trabajo, nos hemos propuesto encontrarnos desde dos disciplinas distintas (investigación lingüística y educativa) y desde diferentes perspectivas teóricas (Etnopragmática e Interculturalidad y la Psicopedagogía Crítica) para analizar el modo como se incorporaron lenguas adicionales en la escuela rionegrina. Nos referimos con “lenguas adicionales” al universo que constituyen en la escuela secundaria rionegrina a las lenguas que no son el español estándar (lenguas de migración como el aymara o quechua, lenguas preexistentes como el mapuzungun y lenguas extranjeras como el italiano o el inglés). Para ello, hemos revisado la normativa vigente (leyes y diseños curriculares) tanto para el nivel primario como para el secundario y la implementación de esa normativa en una serie de casos observados.</dc:description>
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<title>Apuntes sobre espacios de enseñanza del guaraní en Caaguazú (Paraguay)</title>
<link href="http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117155" rel="alternate"/>
<author>
<name>Recchia Páez, Juan</name>
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<updated>2021-04-15T20:02:38Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
A partir de una experiencia de trabajo de campo en instituciones educativas en Asunción y en Caaguazú que realizamos con el grupo de estudio “Lenguas indígenas y cotidiano escolar” radicado en el CEIL-FAHCE-UNLP en julio de 2019 se resignificaron las problemáticas iniciales bajo las cuales estudiábamos el caso único del bilingüismo en Paraguay constituido como política estatal, según su constitución de 1992.&#13;
En este trabajo reflexionaré sobre los usos y conceptos diferenciales entre “guaraní científico”, “jopará” y “guaraní paraguayo” que utilizaban en la Secretaría de Políticas Lingüísticas de Asunción, en el Ateneo de la Lengua y Cultura Guaraní de Caaguazú, en una escuela semi-urbana de la ciudad de Caaguazú y en una escuela indígena guaraní mby´a, en el Instituto de Formación Superior “Santa Matilde” y en la Facultad de Filosofía y Letras, UNA – sede Caaguazú - con el objetivo de visibilizar algunas de las diversas representaciones y definiciones de la lengua guaraní que, según los posicionamientos y legitimaciones de los diversos actores educativos, nos llevaron a repensar la falsa unicidad de dicho bilingüismo.&#13;
En julio de 2019 viajamos con el grupo de estudio “Lenguas indígenas y cotidiano escolar” radicado en el CEIL-FaHCE-UNLP para relevar las diversas formas en las que se enseña guaraní en el Paraguay, sobre todo en el departamento de Caaguazú. En un viaje de una semana, recorrimos una serie de establecimientos educativos donde nos topamos con varias escenas en las que el guaraní se presentó a sí mismo, por medio de sus hablantes y educadores, como una cuestión problemática en la que se tensionaban aspectos vinculados con la legitimidad de la lengua en contextos educativos.&#13;
Si bien en el artículo 140 de la constitución de 1992 declara al país oficialmente “plurinacional y bilingüe”; la situación social del guaraní es de diglosia en buena parte del territorio nacional. La misma constitución nacional formula que “la ley establecerá las modalidades de utilización de uno y otro”, y, en el apartado 18, “el Poder Ejecutivo dispondrá de inmediato la edición oficial de 10.000 ejemplares de esta Constitución en los idiomas castellano y guaraní. En caso de duda de interpretación, se estará al texto redactado en idioma castellano”. En el espacio indefinido que deja la constitución nacional y más allá de los propósitos de las regulaciones de la Ley 4251 de Lenguas, es la herencia histórica y cultural la que determina diferentes ámbitos de uso y, por ende, grados divergentes de legitimidad entre el castellano, que ya no es la lengua del karaí ñe´ẽ pero que responde a su historia, y diversos tipos del guaraní, los cuales no se identifican, casi nunca, por sus hablantes, como una lengua “indígena”.&#13;
El siguiente texto es la sistematización de una serie de apuntes que ponen en escena representaciones y definiciones, en diferentes espacios e instituciones educativas, al respecto de estas diversas formas del guaraní. La presente experiencia se propone, meramente, poner en escena y reflexionar sobre una serie de imágenes y de voces de actores de las diferentes instituciones visitadas.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>A partir de una experiencia de trabajo de campo en instituciones educativas en Asunción y en Caaguazú que realizamos con el grupo de estudio “Lenguas indígenas y cotidiano escolar” radicado en el CEIL-FAHCE-UNLP en julio de 2019 se resignificaron las problemáticas iniciales bajo las cuales estudiábamos el caso único del bilingüismo en Paraguay constituido como política estatal, según su constitución de 1992.&#13;
En este trabajo reflexionaré sobre los usos y conceptos diferenciales entre “guaraní científico”, “jopará” y “guaraní paraguayo” que utilizaban en la Secretaría de Políticas Lingüísticas de Asunción, en el Ateneo de la Lengua y Cultura Guaraní de Caaguazú, en una escuela semi-urbana de la ciudad de Caaguazú y en una escuela indígena guaraní mby´a, en el Instituto de Formación Superior “Santa Matilde” y en la Facultad de Filosofía y Letras, UNA – sede Caaguazú - con el objetivo de visibilizar algunas de las diversas representaciones y definiciones de la lengua guaraní que, según los posicionamientos y legitimaciones de los diversos actores educativos, nos llevaron a repensar la falsa unicidad de dicho bilingüismo.&#13;
En julio de 2019 viajamos con el grupo de estudio “Lenguas indígenas y cotidiano escolar” radicado en el CEIL-FaHCE-UNLP para relevar las diversas formas en las que se enseña guaraní en el Paraguay, sobre todo en el departamento de Caaguazú. En un viaje de una semana, recorrimos una serie de establecimientos educativos donde nos topamos con varias escenas en las que el guaraní se presentó a sí mismo, por medio de sus hablantes y educadores, como una cuestión problemática en la que se tensionaban aspectos vinculados con la legitimidad de la lengua en contextos educativos.&#13;
Si bien en el artículo 140 de la constitución de 1992 declara al país oficialmente “plurinacional y bilingüe”; la situación social del guaraní es de diglosia en buena parte del territorio nacional. La misma constitución nacional formula que “la ley establecerá las modalidades de utilización de uno y otro”, y, en el apartado 18, “el Poder Ejecutivo dispondrá de inmediato la edición oficial de 10.000 ejemplares de esta Constitución en los idiomas castellano y guaraní. En caso de duda de interpretación, se estará al texto redactado en idioma castellano”. En el espacio indefinido que deja la constitución nacional y más allá de los propósitos de las regulaciones de la Ley 4251 de Lenguas, es la herencia histórica y cultural la que determina diferentes ámbitos de uso y, por ende, grados divergentes de legitimidad entre el castellano, que ya no es la lengua del karaí ñe´ẽ pero que responde a su historia, y diversos tipos del guaraní, los cuales no se identifican, casi nunca, por sus hablantes, como una lengua “indígena”.&#13;
El siguiente texto es la sistematización de una serie de apuntes que ponen en escena representaciones y definiciones, en diferentes espacios e instituciones educativas, al respecto de estas diversas formas del guaraní. La presente experiencia se propone, meramente, poner en escena y reflexionar sobre una serie de imágenes y de voces de actores de las diferentes instituciones visitadas.</dc:description>
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<title>Concepciones de las relaciones entre lectura y escritura en la universidad: planteo del problema</title>
<link href="http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117151" rel="alternate"/>
<author>
<name>Arízaga Andrade, Jorge</name>
</author>
<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117151</id>
<updated>2021-04-15T20:02:40Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
Se proponen las siguientes preguntas de investigación. A saber, ¿cómo se conciben las perspectivas teóricas sobre la lectura y la escritura en la Universidad de Cuenca?, más específicamente en sus asignaturas Expresión Oral y Escrita y Escritura Académica obligatorias para todos los estudiantes de los primeros años de las carreras de la Universidad y en los desarrollos efectuados por su Centro de Escritura Académica, atendiendo al periodo 2000-2015; ¿cómo relacionan, o no relacionan, dichas perspectivas teóricas a la lectura con la escritura?, ¿cómo se expresan en los materiales didácticos utilizados por los docentes de los mencionados espacios curriculares y Centro?, ¿qué distancias presentan respecto de concepciones articuladoras de la lectura y la escritura para las formaciones académicas de los estudiantes? Por último, ¿qué problemas didácticos implican, a nivel conceptual y metodológico pero que también se reconocerían en la no validación institucional de las lecturas y escrituras que los estudiantes efectivamente producen en los salones de clases?&#13;
En relación con las preguntas y los objetivos de la investigación, se proponen como hipótesis de trabajo que las perspectivas teóricas sobre la lectura y la escritura en la Universidad de Cuenca, específicamente en sus asignaturas Expresión Oral y Escrita y Escritura Académica obligatorias para todos los estudiantes de los primeros años de las carreras de la Universidad, y en los desarrollos efectuados por su Centro de Escritura Académica en el periodo 2000-2015, no establecen relaciones entre la lectura y la escritura en procura de la formación académica. Dichas perspectivas se expresan en los lineamientos y materiales didácticos de los mencionados asignaturas y Centro evidenciando en sus definiciones y consignas de trabajo la desarticulación entre lectura y escritura. Asimismo, la desarticulación entre lectura y escritura supone problemas didácticos y el no reconocimiento de ambas en cuanto sus producciones y puestas en circulación por parte de los estudiantes en los salones de clases. Por lo tanto, estos problemas didácticos y el no reconocimiento de las situaciones de enseñanza se presentan como factores de la no validación de las lecturas y las escrituras de los estudiantes por parte de la comunidad académica de la Universidad. Por último, de justificar la pertinencia de las anteriores hipótesis, se desprende la necesidad de proponer cambios de perspectivas teóricas y metodológicas respecto de la lectura y la escritura en las formaciones académicas de los estudiantes.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>Se proponen las siguientes preguntas de investigación. A saber, ¿cómo se conciben las perspectivas teóricas sobre la lectura y la escritura en la Universidad de Cuenca?, más específicamente en sus asignaturas Expresión Oral y Escrita y Escritura Académica obligatorias para todos los estudiantes de los primeros años de las carreras de la Universidad y en los desarrollos efectuados por su Centro de Escritura Académica, atendiendo al periodo 2000-2015; ¿cómo relacionan, o no relacionan, dichas perspectivas teóricas a la lectura con la escritura?, ¿cómo se expresan en los materiales didácticos utilizados por los docentes de los mencionados espacios curriculares y Centro?, ¿qué distancias presentan respecto de concepciones articuladoras de la lectura y la escritura para las formaciones académicas de los estudiantes? Por último, ¿qué problemas didácticos implican, a nivel conceptual y metodológico pero que también se reconocerían en la no validación institucional de las lecturas y escrituras que los estudiantes efectivamente producen en los salones de clases?&#13;
En relación con las preguntas y los objetivos de la investigación, se proponen como hipótesis de trabajo que las perspectivas teóricas sobre la lectura y la escritura en la Universidad de Cuenca, específicamente en sus asignaturas Expresión Oral y Escrita y Escritura Académica obligatorias para todos los estudiantes de los primeros años de las carreras de la Universidad, y en los desarrollos efectuados por su Centro de Escritura Académica en el periodo 2000-2015, no establecen relaciones entre la lectura y la escritura en procura de la formación académica. Dichas perspectivas se expresan en los lineamientos y materiales didácticos de los mencionados asignaturas y Centro evidenciando en sus definiciones y consignas de trabajo la desarticulación entre lectura y escritura. Asimismo, la desarticulación entre lectura y escritura supone problemas didácticos y el no reconocimiento de ambas en cuanto sus producciones y puestas en circulación por parte de los estudiantes en los salones de clases. Por lo tanto, estos problemas didácticos y el no reconocimiento de las situaciones de enseñanza se presentan como factores de la no validación de las lecturas y las escrituras de los estudiantes por parte de la comunidad académica de la Universidad. Por último, de justificar la pertinencia de las anteriores hipótesis, se desprende la necesidad de proponer cambios de perspectivas teóricas y metodológicas respecto de la lectura y la escritura en las formaciones académicas de los estudiantes.</dc:description>
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<title>Hilda Hilst – Decifra-me ou te devoro: literatura e filosofia no ensino médio</title>
<link href="http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117150" rel="alternate"/>
<author>
<name>Feitosa, Hannah</name>
</author>
<author>
<name>Jesus, Fábio</name>
</author>
<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117150</id>
<updated>2021-04-15T20:02:42Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
No bojo do reconhecimento nacional acerca da produção hilstiana, Alcir Pécora, em 2010, organizou um livro a fim de responder à questão: “Por que ler Hilda Hilst?” Realocando a ideia, nos perguntamos sobre por que ler Hilda no ensino básico, particularmente no ensino médio, como um espaço no qual nosso esforço se colocou em torno das possibilidades de aproximação entre os escolares e o texto áspero e desafiador da autora. Partindo disso, e da proposição de Adorno que identifica lírica e sociedade através da linguagem, nos foi possível produzir essa aproximação numa experiência literária e filosófica junto a estudantes do terceiro ano em uma escola pública de São Paulo. Ao partirmos da leitura dramatizada do texto &lt;i&gt;VICIOSO KADEK&lt;/i&gt; (Hilst, 2018, pp. 311-312) e de reminiscências de aulas sobre Sócrates, foi possível ler &lt;i&gt;Fédon&lt;/i&gt; e flertar com o existencialismo, questionar a regime militar no Brasil e refletir sobre a morte e a condição humana; encontros nos quais o entusiasmo dos jovens com o texto hilstiano era patente. O que verificamos não é simplesmente a pertinência do texto na escola ou a capacidade de leitura dos jovens, verificamos, sobretudo, a alta demanda por interações intelectuais, estéticas e filosóficas significativas em sala de aula.&#13;
Nosso relato dessa experiência parte de um diagnóstico sobre os jovens, passa por uma reflexão acerca do ensino de filosofia no ensino médio, bem como sobre as possibilidades de articulação entre filosofia e literatura. Expomos uma breve biografia de Hilda Hilst, e como organizamos as aulas em torno do texto hilstiano; realizamos uma apresentação do texto dramatizado em sala de aula e passamos à descrição e análise do experienciado junto aos jovens. Por fim, propomos algumas aproximações entre o que nos indica Adorno em sua famosa palestra “Lírica e Sociedade” (2003), o que defende Foucault em “A ética do cuidado de si” (2004), e o vivido por esses jovens nessas aulas.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>No bojo do reconhecimento nacional acerca da produção hilstiana, Alcir Pécora, em 2010, organizou um livro a fim de responder à questão: “Por que ler Hilda Hilst?” Realocando a ideia, nos perguntamos sobre por que ler Hilda no ensino básico, particularmente no ensino médio, como um espaço no qual nosso esforço se colocou em torno das possibilidades de aproximação entre os escolares e o texto áspero e desafiador da autora. Partindo disso, e da proposição de Adorno que identifica lírica e sociedade através da linguagem, nos foi possível produzir essa aproximação numa experiência literária e filosófica junto a estudantes do terceiro ano em uma escola pública de São Paulo. Ao partirmos da leitura dramatizada do texto &lt;i&gt;VICIOSO KADEK&lt;/i&gt; (Hilst, 2018, pp. 311-312) e de reminiscências de aulas sobre Sócrates, foi possível ler &lt;i&gt;Fédon&lt;/i&gt; e flertar com o existencialismo, questionar a regime militar no Brasil e refletir sobre a morte e a condição humana; encontros nos quais o entusiasmo dos jovens com o texto hilstiano era patente. O que verificamos não é simplesmente a pertinência do texto na escola ou a capacidade de leitura dos jovens, verificamos, sobretudo, a alta demanda por interações intelectuais, estéticas e filosóficas significativas em sala de aula.&#13;
Nosso relato dessa experiência parte de um diagnóstico sobre os jovens, passa por uma reflexão acerca do ensino de filosofia no ensino médio, bem como sobre as possibilidades de articulação entre filosofia e literatura. Expomos uma breve biografia de Hilda Hilst, e como organizamos as aulas em torno do texto hilstiano; realizamos uma apresentação do texto dramatizado em sala de aula e passamos à descrição e análise do experienciado junto aos jovens. Por fim, propomos algumas aproximações entre o que nos indica Adorno em sua famosa palestra “Lírica e Sociedade” (2003), o que defende Foucault em “A ética do cuidado de si” (2004), e o vivido por esses jovens nessas aulas.</dc:description>
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<title>Prácticas del lenguaje en contextos de diversidad cultural: una propuesta desde la Etnopragmática</title>
<link href="http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117149" rel="alternate"/>
<author>
<name>Bravo de Laguna, María Gabriela</name>
</author>
<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117149</id>
<updated>2021-04-15T20:02:45Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
El conurbano bonaerense, al igual que vastas zonas de nuestro inmenso país, se ha convertido en un espacio multicultural y por lo tanto multilingüe a causa del constante fluir migratorio, proceso que moviliza a diversos grupos sociales y culturales que buscan nuevos y esperanzadores horizontes en nuestra tierra. Este fluir migratorio procede de países limítrofes, principalmente de Bolivia, Paraguay y Perú, pero también de provincias del interior de nuestro país. Esta nueva configuración social se encuentra claramente evidenciada en las aulas de todos los niveles educativos, lo que además plantea un nuevo desafío a los docentes en actividad y a los docentes en formación. Presentamos en esta comunicación una aproximación teórica y conceptual a la problemática surgida en las instituciones escolares en contextos de diversidad sociocultural y lingüística a través de una propuesta de estudio de la lengua en su contexto social, puntualmente, el trabajo llevado adelante con estudiantes de la comunidad boliviana – bolivianos y/o argentinos hijos de bolivianos -. Proponemos algunos lineamientos de acercamiento teórico al fenómeno, así como también algunos ejemplos de variedades lingüísticas en situación de contacto de lenguas – corpus de datos reales obtenidos en el aula - identificando esas formas, con la finalidad de problematizar la práctica docente en contextos marcados por el contacto lingüístico, lo que genera aulas en muchos casos mudas, violentas e injustas. Son tiempos en los que las sociedades del mundo están definidas por el movimiento, por desplazamientos territoriales de colectivos sociales. En este contexto de procesos migratorios perfilan sociedades complejas que conllevan a una conflictividad mayor que se observa reflejada en la escuela.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>El conurbano bonaerense, al igual que vastas zonas de nuestro inmenso país, se ha convertido en un espacio multicultural y por lo tanto multilingüe a causa del constante fluir migratorio, proceso que moviliza a diversos grupos sociales y culturales que buscan nuevos y esperanzadores horizontes en nuestra tierra. Este fluir migratorio procede de países limítrofes, principalmente de Bolivia, Paraguay y Perú, pero también de provincias del interior de nuestro país. Esta nueva configuración social se encuentra claramente evidenciada en las aulas de todos los niveles educativos, lo que además plantea un nuevo desafío a los docentes en actividad y a los docentes en formación. Presentamos en esta comunicación una aproximación teórica y conceptual a la problemática surgida en las instituciones escolares en contextos de diversidad sociocultural y lingüística a través de una propuesta de estudio de la lengua en su contexto social, puntualmente, el trabajo llevado adelante con estudiantes de la comunidad boliviana – bolivianos y/o argentinos hijos de bolivianos -. Proponemos algunos lineamientos de acercamiento teórico al fenómeno, así como también algunos ejemplos de variedades lingüísticas en situación de contacto de lenguas – corpus de datos reales obtenidos en el aula - identificando esas formas, con la finalidad de problematizar la práctica docente en contextos marcados por el contacto lingüístico, lo que genera aulas en muchos casos mudas, violentas e injustas. Son tiempos en los que las sociedades del mundo están definidas por el movimiento, por desplazamientos territoriales de colectivos sociales. En este contexto de procesos migratorios perfilan sociedades complejas que conllevan a una conflictividad mayor que se observa reflejada en la escuela.</dc:description>
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<title>Curupira: sobre experiências cartoneras a partir do nosso curso de Letras</title>
<link href="http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117148" rel="alternate"/>
<author>
<name>Braga Krauss de Vilhena, Flavia</name>
</author>
<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117148</id>
<updated>2021-04-15T20:02:50Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
Temos pensado o livro cartonero como um produto cultural que surge no cenário latino-americano a partir do nascimento de Eloísa Cartonera, na Buenos Aires de 2003, possibilitando uma outra relação com o objeto livro e abrindo espaço a outras identificações e conexões com o dito objeto. Entendemos que tais identificações possuam potência a ponto de lermos essa cooperativa como um acontecimento discursivo que rompe com determinada série do que seria produzir e publicar livros na América Latina, instaurando outra em seu lugar (Vilhena, 2016). Isso posto, no presente trabalho objetivamos narrar o aparecimento de uma editora que funciona como projeto de extensão no curso de Letras da Universidade do Estado do Mato Grosso (UNEMAT), campus de Tangará da Serra, a &lt;i&gt;Curupira Cartonera&lt;/i&gt;. Nesta reflexão, ainda, analisaremos alguns aspectos de seu funcionamento, bem como algumas facetas do processo e das reverberações de uma oficina realizada durante o II Congresso de Línguas Indígenas do Mato Grosso, realizado em Barra do Bugres – uma cidade vizinha à nossa –, entre os dias 28 e 30 de novembro de 2018.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>Temos pensado o livro cartonero como um produto cultural que surge no cenário latino-americano a partir do nascimento de Eloísa Cartonera, na Buenos Aires de 2003, possibilitando uma outra relação com o objeto livro e abrindo espaço a outras identificações e conexões com o dito objeto. Entendemos que tais identificações possuam potência a ponto de lermos essa cooperativa como um acontecimento discursivo que rompe com determinada série do que seria produzir e publicar livros na América Latina, instaurando outra em seu lugar (Vilhena, 2016). Isso posto, no presente trabalho objetivamos narrar o aparecimento de uma editora que funciona como projeto de extensão no curso de Letras da Universidade do Estado do Mato Grosso (UNEMAT), campus de Tangará da Serra, a &lt;i&gt;Curupira Cartonera&lt;/i&gt;. Nesta reflexão, ainda, analisaremos alguns aspectos de seu funcionamento, bem como algumas facetas do processo e das reverberações de uma oficina realizada durante o II Congresso de Línguas Indígenas do Mato Grosso, realizado em Barra do Bugres – uma cidade vizinha à nossa –, entre os dias 28 e 30 de novembro de 2018.</dc:description>
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<title>Para una revisión de los cursos de perfeccionamiento docente</title>
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<name>Sawaya, Sandra Maria</name>
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<author>
<name>González, Lucía</name>
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<id>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/117147</id>
<updated>2021-04-15T20:02:51Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
González, Lucía
Hace ya mucho tiempo que los intentos por subsanar los problemas en educación se han volcado hacia el desarrollo de programas de perfeccionamiento docente, sin embargo, más recientemente se ha hecho evidente que el ofrecimiento de cursos de formación continua fue gradualmente establecido como estrategia privilegiada para enfrentar la baja calidad de la escuela pública. Basado en el argumento de la incompetencia, que afirma que la principal causa del bajo desempeño del sistema educativo es la “incompetencia del profesor” (Souza, 2002), el debate respecto de la baja calidad de la escuela pública pasó a referirse a la calidad de la formación recibida por el docente en servicio.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>Hace ya mucho tiempo que los intentos por subsanar los problemas en educación se han volcado hacia el desarrollo de programas de perfeccionamiento docente, sin embargo, más recientemente se ha hecho evidente que el ofrecimiento de cursos de formación continua fue gradualmente establecido como estrategia privilegiada para enfrentar la baja calidad de la escuela pública. Basado en el argumento de la incompetencia, que afirma que la principal causa del bajo desempeño del sistema educativo es la “incompetencia del profesor” (Souza, 2002), el debate respecto de la baja calidad de la escuela pública pasó a referirse a la calidad de la formación recibida por el docente en servicio.</dc:description>
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<title>El lugar de la cultura en la enseñanza de lenguas extranjeras: del hablante nativo como modelo al hablante intercultural como meta</title>
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<name>Varón, Martha Elizabeth</name>
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<updated>2021-04-15T20:02:55Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
Hace varios años, en el desarrollo de una clase de lingüística aplicada, en la carrera de licenciatura en inglés en la Universidad del Tolima, una de mis estudiantes hizo una provocadora pregunta: ¿Enseñar lenguas implica necesariamente “enseñar culturas”? A partir de la discusión estimulada por esta pregunta, decidí proponer nuevos interrogantes relacionados cuyas respuestas pudieran ser abordadas desde la lingüística. En este proceso, encontramos un hecho problemático que tenía que ver con la necesidad de entender a lo que nos estábamos refiriendo cuando hablábamos sobre lo que, como estudiantes y profesores de una lengua extranjera, entendíamos por cultura como objeto de enseñanza o de aprendizaje.&#13;
Así entonces, este artículo surge del proceso en el que he estado inmersa por un largo tiempo buscando salidas teóricas a la pregunta original y a muchas otras de las que de ahí surgieron. Aquí intento responder a la cuestión específica sobre el tratamiento y/o lugar de la cultura en la historia de la enseñanza de lenguas. El punto de partida para buscar posibles respuestas está centrado en la revisión de las discusiones disciplinares que se han venido dando con el fin de describir los hallazgos e interpretaciones de algunos autores que han dedicado sus investigaciones a entender y explicar las transiciones históricas que ha tenido la cultura como componente en currículos lingüísticos.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>Hace varios años, en el desarrollo de una clase de lingüística aplicada, en la carrera de licenciatura en inglés en la Universidad del Tolima, una de mis estudiantes hizo una provocadora pregunta: ¿Enseñar lenguas implica necesariamente “enseñar culturas”? A partir de la discusión estimulada por esta pregunta, decidí proponer nuevos interrogantes relacionados cuyas respuestas pudieran ser abordadas desde la lingüística. En este proceso, encontramos un hecho problemático que tenía que ver con la necesidad de entender a lo que nos estábamos refiriendo cuando hablábamos sobre lo que, como estudiantes y profesores de una lengua extranjera, entendíamos por cultura como objeto de enseñanza o de aprendizaje.&#13;
Así entonces, este artículo surge del proceso en el que he estado inmersa por un largo tiempo buscando salidas teóricas a la pregunta original y a muchas otras de las que de ahí surgieron. Aquí intento responder a la cuestión específica sobre el tratamiento y/o lugar de la cultura en la historia de la enseñanza de lenguas. El punto de partida para buscar posibles respuestas está centrado en la revisión de las discusiones disciplinares que se han venido dando con el fin de describir los hallazgos e interpretaciones de algunos autores que han dedicado sus investigaciones a entender y explicar las transiciones históricas que ha tenido la cultura como componente en currículos lingüísticos.</dc:description>
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<title>De la experiencia a la reflexión de la política educativa: comentarios sobre el fracaso escolar</title>
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<name>Souza Patto, Maria Helena</name>
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<name>Dubin, Mariano</name>
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<updated>2021-04-15T20:02:57Z</updated>
<published>2020-07-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Articulo
El toldo de Astier; no. 20-21
Dubin, Mariano
Si bien la documentación reunida en la estancia de investigación realizada en una escuela de la periferia de la ciudad de San Pablo [2] nos permitiría realizar varias síntesis teóricas, sólo nos limitaremos a sus aspectos más susceptibles para contribuir a una revisión de las medidas que comúnmente se toman en función de la superación de las dificultades con que las escuelas púbicas brasileñas de enseñanza primaria se enfrentan en la búsqueda de su tarea de sociabilizar conocimientos. Entre las conclusiones o las validaciones que este estudio nos permitió, destacamos cuatro por el carácter fundamental que revisten.&#13;
1. Las explicaciones del fracaso escolar basadas en las teorías del déficit y de la diferencia cultural precisan ser revisadas a partir del estudio de los mecanismos escolares productores de dificultades del aprendizaje.&#13;
2. El fracaso de la escuela pública primaria es el resultado inevitable de un sistema educativo naturalmente generador de obstáculos a la realización de sus objetivos.&#13;
3. El fracaso de la escuela primaria es organizado a partir de un discurso científico que, escudado en su legitimidad, naturaliza ese fracaso a los ojos de todos los comprometidos en el proceso.&#13;
4. La convivencia de mecanismos de neutralización de los conflictos que manifiestan la insatisfacción y rebeldía hacen de la escuela un lugar propicio para el avance del estatuto humano-genérico.
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<dc:date>2020-07-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>Si bien la documentación reunida en la estancia de investigación realizada en una escuela de la periferia de la ciudad de San Pablo [2] nos permitiría realizar varias síntesis teóricas, sólo nos limitaremos a sus aspectos más susceptibles para contribuir a una revisión de las medidas que comúnmente se toman en función de la superación de las dificultades con que las escuelas púbicas brasileñas de enseñanza primaria se enfrentan en la búsqueda de su tarea de sociabilizar conocimientos. Entre las conclusiones o las validaciones que este estudio nos permitió, destacamos cuatro por el carácter fundamental que revisten.&#13;
1. Las explicaciones del fracaso escolar basadas en las teorías del déficit y de la diferencia cultural precisan ser revisadas a partir del estudio de los mecanismos escolares productores de dificultades del aprendizaje.&#13;
2. El fracaso de la escuela pública primaria es el resultado inevitable de un sistema educativo naturalmente generador de obstáculos a la realización de sus objetivos.&#13;
3. El fracaso de la escuela primaria es organizado a partir de un discurso científico que, escudado en su legitimidad, naturaliza ese fracaso a los ojos de todos los comprometidos en el proceso.&#13;
4. La convivencia de mecanismos de neutralización de los conflictos que manifiestan la insatisfacción y rebeldía hacen de la escuela un lugar propicio para el avance del estatuto humano-genérico.</dc:description>
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