A partir das reformas educacionais iniciadas na década de ’80 na Europa e nos ’90 em América Latina, resultantes de mudanças substantivas na natureza dos estados e da educação e que tiveram como eixo a recomposição das relações de poder entre o Estado e diferentes atores sociais – internacionais e nacionais -, surgiram diferentes referencias e conceitos na análise das políticas educacionais e de seus processos de produção. Elas têm em comum o afastamento da visão restrita que vê as politicas publicas como uma simples e pura intervenção governamental e focam, com orientações teórico metodológicas variadas, o estudo de diferentes dimensões de análise das politicas educacionais.