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Objective: To evaluate a pediatric series of spinal osteochondromas (OCs), with a literature review and emphasis on management. Methods: Multicentric retrospective review of growing patients with spinal OCs. In statistical analysis non-parametric Wilcoxon Rank tests and multivariable Pearson correlation were used. Results: We collected 13 patients (14 OCs), 8 males/5 females, with a mean age at diagnosis of 11.5 years (2–17 years); cervical tumors predominated. Three cases were associated with Multiple Osteochondromatosis (MO); 7 were intracanal (IC) and 7 with extracanal exophytic growth (EC). Four patients (5 OCs) were asymptomatic at diagnosis; the others were predominantly characterized by mass and/or pain; 3 presented with neurological deficit. Mean tumor volume: 31.50 cm3, with a difference between EC (37.75 cm3) and IC (19 cm3). The IC showed significant percentages of canal occupation (mean 53.9%), being higher in cases with deficit (57.4%). Eleven of the 13 patients underwent surgery, mostly with marginal resections; one had spontaneous disappearance. Mean follow-up: 10.5 years (6 months–26 years). Two cases with neurological deficits showed recovery. Two spinal deformities and one hip subluxation due to neurological impairment appeared during follow-up. There were no recurrences, only one case of residual tissue due to incomplete resection. Conclusions: 1) Consider resecting bulky asymptomatic EC OCs due to possible malignancy. 2) IC OCs that enlarge or become symptomatic should be resected regardless of their volume. 3) Closely control patients with OM due to the possibility of developing symptomatic IC OCs. 4) Avoid intralesional ablation due to increased risk of recurrence or residue. Marginal resection is adequate, but a wide resection may be necessary.
In PortugueseObjetivo: Avaliar uma série pediátrica de osteocondromas espinhais (OCs) com revisão de literatura e ênfase no tratamento. Métodos: Revisão retrospectiva multicêntrica de pacientes em crescimento com OCs espinhais. Nas avaliações estatísticas utilizaram-se testes não paramétricos de Wilcoxon Rank e a correlação multivariada de Pearson. Resultados: Foram coletados 13 pacientes (14 OCs), 8 homens/5 mulheres, com idade média ao diagnóstico de 11.5 anos (2 – 17 anos); predominaram as cervicais. Três casos associados à Osteocondromatose Múltipla (OM); 7 eram com crescimento intracanal (IC) e 7 eram com crescimento exofítico extracanal (EC). Quatro pacientes (5 OCs) assintomáticos ao diagnóstico; nos demais predominou a presença de massa e/ou dor; 3 estreou com déficit neurológico. Volume tumoral médio: 31,50 cm3, com diferença entre EC (37,75 cm3) e IC (19 cm3). Os IC apresentaram percentuais significativos de ocupação do canal (média 53,9%), sendo maior nos casos com déficit (57,4%). Onze dos 13 pacientes foram submetidos à cirurgia, a maioria com ressecções marginais; um teve desaparecimento espontâneo. Acompanhamento médio: 10,5 anos (6 meses – 26 anos). Dois casos com déficit neurológico apresentaram recuperação. No início tardio, houve duas deformidades na coluna e uma subluxação neurológica do quadril. Não houve recidivas, apenas um caso de resíduo devido à ressecção incompleta. Conclusões: 1) Considerar a ressecção de OCs EC assintomáticos volumosos devido à possível malignidade. 2) Os OCs IC que crescem ou apresentam sintomas devem ser ressecados independentemente do seu volume. 3) Monitoramento rigoroso dos pacientes com OM para verificar a possibilidade de apresentar OCs IC sintomáticos. 4) Evitar ablação intralesional devido ao risco de recorrência ou resíduo. A ressecção marginal é adequada, mas uma ressecção ampla pode ser necessária.
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