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<title>VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (ELMECS)</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/107993</link>
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<pubDate>Sat, 31 Oct 2026 11:53:54 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-31T11:53:54Z</dc:date>
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<title>Uma abordagem multidisciplinar para análise de uma comunidade tradicional em movimento sócio-territorialna amazônia brasileira</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109529</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
Este artigo tem como tema a epistemologia e a metodologia desenvolvidas em uma experiência de pesquisa interdisciplinar sobre a realidade contemporânea de uma comunidade tradicional na Amazônia Oriental brasileira, conhecida como Quilombo do Rosa.&#13;
O objetivo do texto é traçar reflexões sobre as estratégias interdisciplinares que foram criadas pelo autor no trabalho de pesquisa para dar conta da complexidade das ações e representações protagonizadas pela comunidade e as incindentes, a partir de diversas escalas, em seu universo social.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109529</guid>
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<dc:description>Este artigo tem como tema a epistemologia e a metodologia desenvolvidas em uma experiência de pesquisa interdisciplinar sobre a realidade contemporânea de uma comunidade tradicional na Amazônia Oriental brasileira, conhecida como Quilombo do Rosa.&#13;
O objetivo do texto é traçar reflexões sobre as estratégias interdisciplinares que foram criadas pelo autor no trabalho de pesquisa para dar conta da complexidade das ações e representações protagonizadas pela comunidade e as incindentes, a partir de diversas escalas, em seu universo social.</dc:description>
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<title>Desenhos de pesquisa e o ajuste inferencial nos estudos ambientais na Ciência Política</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109513</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
Os estudos científicos sobre as políticas ambientais têm adquirido, ao longo das duas últimas décadas, considerável visibilidade em diversas áreas do conhecimento e se constituído tema relevante de pesquisas aplicadas. Nas Ciências Sociais, especialmente na Economia e na Ciência Política, se verifica, ao menos na produção de alto fator de impacto, uma notável expansão na quantidade e diversificação dos métodos, modelos e teorias neste campo do conhecimento.&#13;
Mobilizando um amplo espectro de teorias, de modelos, e de perspectivas metodológicas, essa área representa importante campo de inovações nos desenhos de pesquisa. Em um conhecido estudo sobre a produção do conhecimento nos estudos jurídicos nos EUA no período 1990-2000, King e Epstein (2002), em sintonia com o estudo seminal Designing Social Inquiry, de King, Keohane, e, Verba (1994), sinalizam para uma preocupação relevante para a compreensão da qualidade do conhecimento produzido pelas Ciências Sociais: “em que medida um dado campo do conhecimento estaria se movendo na direção das regras de inferência e produzindo conhecimento causal crível?”. Este problema, conhecido aqui como “ajuste inferencial” tem sido alvo de intensa preocupação nos debates metodológicos contemporâneos no interior de disciplinas como a Economia e a Ciência Política sobre a conexão entre desenhos de pesquisa e qualidade inferencial, e pavimentando uma nova reflexividade sobre as bases para a revolução de credibilidade por diferentes variantes.&#13;
Tomando os estudos ambientais como “caso” este artigo busca compreender a dinâmica do ajuste inferencial ocorrido na área da Ciência Política ao longo dos últimos 11 anos. A análise empírica busca gerar evidências sobre o argumento do ajuste inferencial, verificando a ocorrência de uma maior adequação da conexão entre desenhos de pesquisa e qualidade inferencial de forma similar ao que vem se configurando de forma mais geral na Ciência Política. Este ajuste termina por configurar uma condição característica na produção do conhecimento de Pluralismo Inferencial (Rezende, 2017; 2016) na qual coexistem múltiplas lógicas para a produção de inferências causais válidas.&#13;
Neste contexto, a questão central abordada pelo artigo é: “em que medida a produção científica de alto fator de impacto da Ciência Política, nos últimos 11 anos, que se volta para os estudos das políticas ambientais, está em sintonia com o processo de ajuste inferencial?” Este trabalho objetiva problematizar a atual agenda de pesquisa sobre o meio ambiente e identificar as escolhas metodológicas adotadas pelos pesquisadores, de modo a verificar a ocorrência do pluralismo inferencial nos estudos ambientais.&#13;
O artigo está estruturado em três seções. A primeira seção apresenta uma breve discussão sobre a importância dos desenhos de pesquisa e do ajuste inferencial nos estudos da Ciência Política. A segunda seção explicita a metodologia utilizada para a mensuração e análise dos dados coletados. E na terceira seção são apresentados os resultados da pesquisa. O artigo tece considerações finais sobre a análise em torno do pluralismo inferencial na produção acadêmica da Ciência Política, com ênfase na temática ambiental.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:description>Os estudos científicos sobre as políticas ambientais têm adquirido, ao longo das duas últimas décadas, considerável visibilidade em diversas áreas do conhecimento e se constituído tema relevante de pesquisas aplicadas. Nas Ciências Sociais, especialmente na Economia e na Ciência Política, se verifica, ao menos na produção de alto fator de impacto, uma notável expansão na quantidade e diversificação dos métodos, modelos e teorias neste campo do conhecimento.&#13;
Mobilizando um amplo espectro de teorias, de modelos, e de perspectivas metodológicas, essa área representa importante campo de inovações nos desenhos de pesquisa. Em um conhecido estudo sobre a produção do conhecimento nos estudos jurídicos nos EUA no período 1990-2000, King e Epstein (2002), em sintonia com o estudo seminal Designing Social Inquiry, de King, Keohane, e, Verba (1994), sinalizam para uma preocupação relevante para a compreensão da qualidade do conhecimento produzido pelas Ciências Sociais: “em que medida um dado campo do conhecimento estaria se movendo na direção das regras de inferência e produzindo conhecimento causal crível?”. Este problema, conhecido aqui como “ajuste inferencial” tem sido alvo de intensa preocupação nos debates metodológicos contemporâneos no interior de disciplinas como a Economia e a Ciência Política sobre a conexão entre desenhos de pesquisa e qualidade inferencial, e pavimentando uma nova reflexividade sobre as bases para a revolução de credibilidade por diferentes variantes.&#13;
Tomando os estudos ambientais como “caso” este artigo busca compreender a dinâmica do ajuste inferencial ocorrido na área da Ciência Política ao longo dos últimos 11 anos. A análise empírica busca gerar evidências sobre o argumento do ajuste inferencial, verificando a ocorrência de uma maior adequação da conexão entre desenhos de pesquisa e qualidade inferencial de forma similar ao que vem se configurando de forma mais geral na Ciência Política. Este ajuste termina por configurar uma condição característica na produção do conhecimento de Pluralismo Inferencial (Rezende, 2017; 2016) na qual coexistem múltiplas lógicas para a produção de inferências causais válidas.&#13;
Neste contexto, a questão central abordada pelo artigo é: “em que medida a produção científica de alto fator de impacto da Ciência Política, nos últimos 11 anos, que se volta para os estudos das políticas ambientais, está em sintonia com o processo de ajuste inferencial?” Este trabalho objetiva problematizar a atual agenda de pesquisa sobre o meio ambiente e identificar as escolhas metodológicas adotadas pelos pesquisadores, de modo a verificar a ocorrência do pluralismo inferencial nos estudos ambientais.&#13;
O artigo está estruturado em três seções. A primeira seção apresenta uma breve discussão sobre a importância dos desenhos de pesquisa e do ajuste inferencial nos estudos da Ciência Política. A segunda seção explicita a metodologia utilizada para a mensuração e análise dos dados coletados. E na terceira seção são apresentados os resultados da pesquisa. O artigo tece considerações finais sobre a análise em torno do pluralismo inferencial na produção acadêmica da Ciência Política, com ênfase na temática ambiental.</dc:description>
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<title>Epistemologias do Sul, colonialidade e desocidentalizaçao das ciências sociais</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109349</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
Buscamos neste texto, ao formular uma critica à racionalidade ocidental, a partir do reconhecimento que aprendemos os cânones da ciência social que é ocidental, e abordagens derivadas de suas teorias, repensar as possibilidades metodológicas na perspectiva dos estudos pós-decoloniais conforme o pensamento social crítico latino-americano. Um primeiro ponto é reconhecer a insuficiência das teorias que manejamos para dar conta da diversidadeda experiência social do mundo, e da possibilidade de romper com os esquemas de interpretação dominantes, ou da concepção de uma ciência pretensamente universal, e reconhecer o desafio da pluralidade de sistemas de conhecimento, ou de epítomes que contrariam, na prática, os processos convencionais de validação do conhecimento. Tais rupturas orientam para outras metodologias e também para uma perspectiva interdisciplinar. Em outras palavras, o desafio é de descentralizar o olhar, ou de produzir uma inversão do olhar. Isso significa adotar outro (os) paradigma (s) para o entendimento seja de fenômenos emergentes, a exemplo das diásporas e dos conflitos produzidos mundo afora, das mudanças de linguagens e de comunicação, dos deslocamentos de grupos com a intensificação da globalização, dos novos movimentos sociais, étnicos, de gênero e de raça, de raízes territoriais e ao mesmo tempo podendo ser transnacionais.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:description>Buscamos neste texto, ao formular uma critica à racionalidade ocidental, a partir do reconhecimento que aprendemos os cânones da ciência social que é ocidental, e abordagens derivadas de suas teorias, repensar as possibilidades metodológicas na perspectiva dos estudos pós-decoloniais conforme o pensamento social crítico latino-americano. Um primeiro ponto é reconhecer a insuficiência das teorias que manejamos para dar conta da diversidadeda experiência social do mundo, e da possibilidade de romper com os esquemas de interpretação dominantes, ou da concepção de uma ciência pretensamente universal, e reconhecer o desafio da pluralidade de sistemas de conhecimento, ou de epítomes que contrariam, na prática, os processos convencionais de validação do conhecimento. Tais rupturas orientam para outras metodologias e também para uma perspectiva interdisciplinar. Em outras palavras, o desafio é de descentralizar o olhar, ou de produzir uma inversão do olhar. Isso significa adotar outro (os) paradigma (s) para o entendimento seja de fenômenos emergentes, a exemplo das diásporas e dos conflitos produzidos mundo afora, das mudanças de linguagens e de comunicação, dos deslocamentos de grupos com a intensificação da globalização, dos novos movimentos sociais, étnicos, de gênero e de raça, de raízes territoriais e ao mesmo tempo podendo ser transnacionais.</dc:description>
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<title>Las interacciones de poder y su influencia en la producción de conocimiento en el proceso de elaboración de las tesis de doctorado</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109348</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
Este trabajo de investigación se propone hacer una reflexión sobre las interacciones de poder y su influencia en la producción de conocimiento en el proceso de elaboración de las tesis de doctorado con la finalidad de señalar que la producción de conocimiento, no solamente está se ve limitada ante las problemáticas de orden epistemológico y metodológico que ya se han discutido bastamente desde el análisis , propio de la metodología de la investigación también, se añade un componente más a estas limitaciones, y es el ejercicio del poder en el proceso de investigación científica como parte de la producción del conocimiento. En este documento se presenta un análisis entorno a las instituciones e individuos que influyen, específicamente en la elaboración de las tesis de doctorado, su interrelación y su impacto en un tipo de investigación científica en donde se demuestra que coexiste lo humano frente a la ciencia danto como resultados procesos sociales, constructivos o creativos, pero también de destrucción y de represión.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>La emergencia del conocimiento en la sociedad y cultura de la era digital</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109347</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
El propósito de este escrito apunta a la comprensión de la pregunta: ¿De qué forma emerge el conocimiento en la sociedad y cultura de la era digital?; con el fin de dilucidar sus elementos sustantivos. Comprender el sentido de la pregunta permitirá identificar las categorías de análisis necesarias para orientar su indagación y discusión en el ámbito de las humanidades y las ciencias sociales, al igual que la posterior determinación de su horizonte metodológico y fundamento epistemológico; todo en el marco de los “paradigmas en las ciencias sociales y humanas”, cuyo propósito fundamental es mostrar que “las ciencias sociales y humanas cuentan en la actualidad con una rica variedad de caminos para acercarse a los fenómenos sociales en plan de escudriñarlos de la manera más completa y profunda posible. Cada camino parte de unos supuestos epistemológicos, ontológicos, axiológicos y metodológicos, que conviene examinar con el objeto de establecer sus potencialidades lo mismo que sus limitaciones. Importa igualmente establecer qué han logrado los investigadores que han tomado cada uno de esos caminos, y qué les ha quedado fuera de su alcance, y ponderar hasta dónde esos caminos son complementarios” (Hoyos et al, 2010).
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>El objeto de la investigación jurídica</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109346</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
La investigación de la compleja realidad social latinoamericana, en el ámbito forense, encuentra un primer desafío metodológico, al tratar de determinar el objeto de la investigación jurídica, cuestión que se complejiza al intentar establecer el carácter científico de la investigación, en la aspiración de aportar al avance de la ciencia jurídica. De ahí que la reflexión en torno al objeto de la investigación jurídica, podría partir por precisar el objeto del derecho, y en este tejido, establecer las relaciones entre el objeto del derecho y el objeto de la investigación jurídica. En esta línea, analizamos la tesis de Miguel Reale sobre “la tridimensionalidad del objeto de lo jurídico, para distinguir cuándo el derecho es objeto de conocimiento de lo jurídico y cuándo el objeto lo es del derecho”.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Cuestiones metodológicas en el estudio de los símbolos religiosos y la imagen de la mujer en el cine cubano</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109345</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
Las reflexiones metodológicas parten de una investigación empírica que analiza más de cincuenta años de cine revolucionario (1960-2016), vinculada a un gran número de largometrajes de ficción del Instituto Cubano de Arte e Industria Cinematográfico (ICAIC). Con el objetivo de analizar las cuestiones metodológicas frecuentes en las investigaciones sociales sobre el uso/abuso de los símbolos religiosos y la imagen de la mujer en el cine cubano. Se entienden las culturas como sistemas simbólicos conscientes y a los largometrajes como determinadas formas de conocimiento del mundo que no copian una supuesta realidad externa sino que la constituyen dando cuenta de nuestro modo de vida. Dichas cuestiones metodológicas derivada del análisis empírico favorecen el estudio de las imágenes más allá de la simple concepción estética o formalista y permiten construir una ventana desde la cual verde una manera crítica, porque las obras de arte producen significado no sólo en la época que fueron realizadas.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:description>Las reflexiones metodológicas parten de una investigación empírica que analiza más de cincuenta años de cine revolucionario (1960-2016), vinculada a un gran número de largometrajes de ficción del Instituto Cubano de Arte e Industria Cinematográfico (ICAIC). Con el objetivo de analizar las cuestiones metodológicas frecuentes en las investigaciones sociales sobre el uso/abuso de los símbolos religiosos y la imagen de la mujer en el cine cubano. Se entienden las culturas como sistemas simbólicos conscientes y a los largometrajes como determinadas formas de conocimiento del mundo que no copian una supuesta realidad externa sino que la constituyen dando cuenta de nuestro modo de vida. Dichas cuestiones metodológicas derivada del análisis empírico favorecen el estudio de las imágenes más allá de la simple concepción estética o formalista y permiten construir una ventana desde la cual verde una manera crítica, porque las obras de arte producen significado no sólo en la época que fueron realizadas.</dc:description>
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<title>Metodología de la investigación pedagógica y la asesoría de tesis doctorales: Estudio diagnóstico</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109344</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
El presente trabajo se origina en la experiencia e investigaciones realizadas por los autores quienes han asesorado y dirigido tesis doctorales y conducidos doctorandos de varios países a la culminación exitosa del proceso formativo y su defensa de grado como doctor. Los autores poseen la experiencia investigativa sobre el desempeño de los tutores – directores de tesis, sus funciones como facilitadores y orientadores del proceso de formación investigativa en el área pedagógica. Por tanto, el análisis y reflexión que aquí se presenta se sustenta en experiencias prácticas e investigativas.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Construcción de conocimientos en el campo de las Ciencias Sociales y las Humanidades</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109343</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
Es común que cuando se habla de conocimiento nos venga a la mente la idea de ciencia y su condición de objetividad, a través de valoraciones epistemológicas desde las cuales se valida al conocimiento construido. En esta ponencia se pone a revisión la construcción de conocimientos en el campo de las Ciencias Sociales y las Humanidades como un acto de pensar y de existir en el que no sólo se producen conocimientos, sino la autentificación misma de los sujetos. Así, conocer en el ámbito de las Ciencias Sociales y las Humanidades es reconocer que los sujetos no sólo poseen la capacidad para posicionarse frente a los hechos y acontecimientos de la vida cotidiana, sino que logran distanciarse de las determinaciones en que las circunstancias los coloca. Pensar es el potencial humano en el que las personas, los sujetos y las comunidades construyen relaciones de conocimiento por y a través de las cuales sitúan y configuran realidades y territorios. Desde estos lugares es que podemos hablar de la función epistémica en el campo de las Ciencias Sociales y Humanas.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Investigación, disciplina y método: Los efectos de las discusiones disciplinares en la enseñanza de la investigación</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109342</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
Desde hace algunos años me desempeño como profesora de metodologías cualitativas para estudiantes de pregrado del programa de ciencia política, y acompaño procesos de elaboración de proyectos de tesis con estudiantes de pregrado y posgrado en ciencia política, antropología y derecho de la Universidad de Antioquia en Medellín, Colombia. En todos los casos los estudiantes han recibido una fuerte formación en investigación social –incluso en derecho– y sus trabajos se fundamentan, por lo general, en perspectivas críticas e interdisciplinares en las que la formación del conocimiento trasciende los rígidos marcos con los que se enseña de forma ortodoxa la investigación social. Así, los proyectos o los discursos que los estudiantes exponen en las clases, resultan ser bastante críticos respecto a los marcos formales de producción de conocimiento, argumentando que dicha producción debe considerar una apuesta interdisciplinar, crítica y reflexiva.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:description>Desde hace algunos años me desempeño como profesora de metodologías cualitativas para estudiantes de pregrado del programa de ciencia política, y acompaño procesos de elaboración de proyectos de tesis con estudiantes de pregrado y posgrado en ciencia política, antropología y derecho de la Universidad de Antioquia en Medellín, Colombia. En todos los casos los estudiantes han recibido una fuerte formación en investigación social –incluso en derecho– y sus trabajos se fundamentan, por lo general, en perspectivas críticas e interdisciplinares en las que la formación del conocimiento trasciende los rígidos marcos con los que se enseña de forma ortodoxa la investigación social. Así, los proyectos o los discursos que los estudiantes exponen en las clases, resultan ser bastante críticos respecto a los marcos formales de producción de conocimiento, argumentando que dicha producción debe considerar una apuesta interdisciplinar, crítica y reflexiva.</dc:description>
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<title>Grupos focales: Guía metodológica en el contexto escolar ecuatoriano</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109341</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
Los grupos focales son una herramienta ampliamente utilizada en la investigación cualitativa, consisten en la aplicación de una entrevista con preguntas abiertas y semiestructuradas dirigidas a grupos pequeños acerca de un tema específico de indagación (Escobar y Bonilla-Jiménez, 2009). Esta técnica revela procesos, respuestas culturales, emocionales y cognitivas, así como motivaciones, actitudes y opiniones que normalmente no saldrían a la luz en la recopilación de datos cuantitativos (Elliott, Gruer, Farrow, Henderson y Cowan, 1996; Houghton, Durkin y Carroll, 1995; Kennedy, Kools y Krueger, 2001). En el proceso se da importancia tanto a las respuestas de los participantes como a las interacciones y la dinámica social que existen dentro del grupo (Noaks y Wincup, 2004). Los estándares de grupos focales se han desarrollado en torno a la población adulta. Para adaptar la técnica a grupos infantiles, se debe considerar que los factores cognitivos, lingüísticos, sociales y psicológicos difieren en la niñez y en la adultez (Macnaghten, 2017). Quizá por ello, la realización de grupos focales en niños es escasa. Las investigaciones disponibles realizadas con niños suelen incluir pocos grupos focales o no son llevadas a cabo por profesionales expertos en el desarrollo infantil (Irwin y Johnson, 2005) reduciendo la capacidad de contrastar y verificar los resultados. El objetivo del presente estudio es describir y evaluar el proceso de aplicación de grupos focales con niños de la zona Andina y Amazónica del Ecuador.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:description>Los grupos focales son una herramienta ampliamente utilizada en la investigación cualitativa, consisten en la aplicación de una entrevista con preguntas abiertas y semiestructuradas dirigidas a grupos pequeños acerca de un tema específico de indagación (Escobar y Bonilla-Jiménez, 2009). Esta técnica revela procesos, respuestas culturales, emocionales y cognitivas, así como motivaciones, actitudes y opiniones que normalmente no saldrían a la luz en la recopilación de datos cuantitativos (Elliott, Gruer, Farrow, Henderson y Cowan, 1996; Houghton, Durkin y Carroll, 1995; Kennedy, Kools y Krueger, 2001). En el proceso se da importancia tanto a las respuestas de los participantes como a las interacciones y la dinámica social que existen dentro del grupo (Noaks y Wincup, 2004). Los estándares de grupos focales se han desarrollado en torno a la población adulta. Para adaptar la técnica a grupos infantiles, se debe considerar que los factores cognitivos, lingüísticos, sociales y psicológicos difieren en la niñez y en la adultez (Macnaghten, 2017). Quizá por ello, la realización de grupos focales en niños es escasa. Las investigaciones disponibles realizadas con niños suelen incluir pocos grupos focales o no son llevadas a cabo por profesionales expertos en el desarrollo infantil (Irwin y Johnson, 2005) reduciendo la capacidad de contrastar y verificar los resultados. El objetivo del presente estudio es describir y evaluar el proceso de aplicación de grupos focales con niños de la zona Andina y Amazónica del Ecuador.</dc:description>
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<title>Reflexiones sobre el pluralismo metodológico para el abordaje de estudios sobre democracia y participación</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109340</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
El desafío de generar participación ciudadana y con esto fortalecer la democracia es cada vez mayor en los países de América Latina. En el Ecuador, a partir de la Constitución vigente aprobada en el año 2008, la participación ciudadana se constituye en un eje fundamental para la función pública, y para ello su institucionalización toma forma tanto por vía jurídica, como a través de la formulación de políticas públicas para el efecto. Sin embargo, la institucionalización no ha sido garantía en sí misma de una participación ciudadana efectiva, por ello, el Grupo de Investigación Acompañamiento Organizacional al Desarrollo – ACORDES del Departamento Interdisciplinario de Espacio y Población de la Universidad de Cuenca, se propuso analizar cómo se ha materializado la participación ciudadana en el Ecuador a partir de la Constitución de 2008, en tres casos de estudio: Cuenca, Cañar y Nabón.
</description>
<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109340</guid>
<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>El desafío de generar participación ciudadana y con esto fortalecer la democracia es cada vez mayor en los países de América Latina. En el Ecuador, a partir de la Constitución vigente aprobada en el año 2008, la participación ciudadana se constituye en un eje fundamental para la función pública, y para ello su institucionalización toma forma tanto por vía jurídica, como a través de la formulación de políticas públicas para el efecto. Sin embargo, la institucionalización no ha sido garantía en sí misma de una participación ciudadana efectiva, por ello, el Grupo de Investigación Acompañamiento Organizacional al Desarrollo – ACORDES del Departamento Interdisciplinario de Espacio y Población de la Universidad de Cuenca, se propuso analizar cómo se ha materializado la participación ciudadana en el Ecuador a partir de la Constitución de 2008, en tres casos de estudio: Cuenca, Cañar y Nabón.</dc:description>
</item>
<item>
<title>Dimensiones epistemológicas y procedimentales del proceso de formación metodológica de los investigadores en Ciencia Sociales</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109339</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
El trabajo inicia con la conceptualización de la investigación científica en Ciencias Sociales, como una praxis que consiste en un ir y venir entre la teoría y la práctica. Cabe señalar que, la praxis investigativa es una actividad humana no neutral, ya que responde ineludiblemente a los objetivos e intereses del investigador(es), desde la ubicación del tema hasta la interpretación de los resultados, pasando por la selección de los referentes teóricos. En este sentido, insistiremos a lo largo de toda nuestra exposición, en la necesidad de desechar la perturbadora idea de que la investigación científica, por ser científica, es neutral y “objetiva”. Posteriormente, se describe a la metodología, justamente, como el eslabón o “puente” que hace posible realizar, en forma coherente y lógica, ese ir y venir teórico-práctico. Dicho “puente metodológico” se manifiesta en cuatro niveles: el epistemológico, el lógico, el procedimental y el técnico; y si cada investigación es un evento único e irrepetible, el “puente metodológico” debe construirse “a la medida” en cada reto investigativo. Finalmente, se propondrá una serie de lineamientos de corte pedagógico, orientados a apoyar el diseño e impartición de cursos relacionados con la formación metodológica de estudiantes, tanto de nivel de licenciatura como de posgrado, en Ciencias Sociales, haciendo énfasis en sus dimensiones, epistemológica y procedimental.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:description>El trabajo inicia con la conceptualización de la investigación científica en Ciencias Sociales, como una praxis que consiste en un ir y venir entre la teoría y la práctica. Cabe señalar que, la praxis investigativa es una actividad humana no neutral, ya que responde ineludiblemente a los objetivos e intereses del investigador(es), desde la ubicación del tema hasta la interpretación de los resultados, pasando por la selección de los referentes teóricos. En este sentido, insistiremos a lo largo de toda nuestra exposición, en la necesidad de desechar la perturbadora idea de que la investigación científica, por ser científica, es neutral y “objetiva”. Posteriormente, se describe a la metodología, justamente, como el eslabón o “puente” que hace posible realizar, en forma coherente y lógica, ese ir y venir teórico-práctico. Dicho “puente metodológico” se manifiesta en cuatro niveles: el epistemológico, el lógico, el procedimental y el técnico; y si cada investigación es un evento único e irrepetible, el “puente metodológico” debe construirse “a la medida” en cada reto investigativo. Finalmente, se propondrá una serie de lineamientos de corte pedagógico, orientados a apoyar el diseño e impartición de cursos relacionados con la formación metodológica de estudiantes, tanto de nivel de licenciatura como de posgrado, en Ciencias Sociales, haciendo énfasis en sus dimensiones, epistemológica y procedimental.</dc:description>
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<item>
<title>Eco-meta-metodología: Investigación innovadora y transformadora (enfoque metodológico cuyo sustrato es el método dialéctico del paradigma epistémico socio-critico)</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109338</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
La ecometametodología: investigación innovadora y transformadora, plantea una nueva forma de hacer metodología, de indagar, investigar e integrar todos los y sus elementos a través de un proceso creativo interactivo; un enfoque metodológico de la investigación científica, es decir, se crea por la necesidad de generar, modificar o asumir perspectivas ontológicas, epistemológicas, metodológicas, de lenguaje y de acción desde la perspectiva sistémica dialéctica, plantear una manera creativa de hacer ciencia asumiendo el reto de seleccionar, crear y aplicar métodos, técnicas, herramientas, estrategias y procedimientos de investigación coherentes con esas perspectivas del contexto.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>La ecometametodología: investigación innovadora y transformadora, plantea una nueva forma de hacer metodología, de indagar, investigar e integrar todos los y sus elementos a través de un proceso creativo interactivo; un enfoque metodológico de la investigación científica, es decir, se crea por la necesidad de generar, modificar o asumir perspectivas ontológicas, epistemológicas, metodológicas, de lenguaje y de acción desde la perspectiva sistémica dialéctica, plantear una manera creativa de hacer ciencia asumiendo el reto de seleccionar, crear y aplicar métodos, técnicas, herramientas, estrategias y procedimientos de investigación coherentes con esas perspectivas del contexto.</dc:description>
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<item>
<title>Metodología para la evaluación de proyectos de I+D en el sector público mexicano</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109337</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
El presente proyecto tiene como objetivo generar una propuesta de metodología e instrumento generalista, que sirvan de guía ex ante y ex post para evaluar el impacto socioeconómico de los proyectos de Investigación y Desarrollo (I+D), que son realizados y ejecutados dentro del sistema público mexicano de ciencia y tecnología, Como lo menciona el Manual Frascati: &#13;
“La investigación y el desarrollo experimental (I+D) comprenden el trabajo creativo llevado a cabo de forma sistemática para incrementar el volumen de conocimientos, incluido el conocimiento del hombre, la cultura y la sociedad, y el uso de esos conocimientos para crear nuevas aplicaciones” (Organización para la Cooperación y Desarrollo Económicos (OCDE), 2002)&#13;
Tanto los recursos públicos como privados son escasos y además su asignación demanda una presión sobre los resultados cada vez mayor. Es así, que bajo la premisa de dar un uso eficiente a los recursos (principalmente públicos), los proyectos de I+D deben competir por ellos. Lo que se traduce en generar evaluaciones de impacto de los distintos proyectos, que sirvan de justificación para la correcta asignación.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>El presente proyecto tiene como objetivo generar una propuesta de metodología e instrumento generalista, que sirvan de guía ex ante y ex post para evaluar el impacto socioeconómico de los proyectos de Investigación y Desarrollo (I+D), que son realizados y ejecutados dentro del sistema público mexicano de ciencia y tecnología, Como lo menciona el Manual Frascati: &#13;
“La investigación y el desarrollo experimental (I+D) comprenden el trabajo creativo llevado a cabo de forma sistemática para incrementar el volumen de conocimientos, incluido el conocimiento del hombre, la cultura y la sociedad, y el uso de esos conocimientos para crear nuevas aplicaciones” (Organización para la Cooperación y Desarrollo Económicos (OCDE), 2002)&#13;
Tanto los recursos públicos como privados son escasos y además su asignación demanda una presión sobre los resultados cada vez mayor. Es así, que bajo la premisa de dar un uso eficiente a los recursos (principalmente públicos), los proyectos de I+D deben competir por ellos. Lo que se traduce en generar evaluaciones de impacto de los distintos proyectos, que sirvan de justificación para la correcta asignación.</dc:description>
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<item>
<title>Trayectorias asistenciales: Una metodología cualitativa para el estudio de las redes integradas de salud</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109336</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
La trayectoria de continuidad asistencial es una técnica cualitativa –basada en los itinerarios terapéuticos- que tiene como objetivo sistematizar el tránsito de los usuarios/as en la búsqueda de atención en los servicios de salud. Los estudios sobre las redes integradas en el mundo y Latinoamérica revelan la fragmentación de los sistemas de atención de salud, con una deficiente coordinación y continuidad de la atención que afecta negativamente en la salud de la población por duplicación de exámenes, falta de manejo adecuado de los medicamentos, tratamientos contradictorios y aumento de gravedad de las patologías, entre otros factores. No obstante este contexto de fragmentación y ruptura, existen pocos estudios que recogen la percepción de la continuidad de la atención desde la perspectiva de los usuarios y menos aún investigaciones que recuperan la experiencia vivida del tránsito por la red de salud y sus niveles tal como es percibida e interpretada por los propios usuarios y usuarias. En este sentido, la contribución del presente artículo es precisamente mostrar esa experiencia con datos cualitativos de primera mano a partir de casos, evidenciando la utilidad de la construcción de trayectorias asistenciales de usuarios y usuarias como material reflexivo para instancias de trabajo colaborativo de los equipos de distintos niveles asistenciales y en actividades formativas.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>La trayectoria de continuidad asistencial es una técnica cualitativa –basada en los itinerarios terapéuticos- que tiene como objetivo sistematizar el tránsito de los usuarios/as en la búsqueda de atención en los servicios de salud. Los estudios sobre las redes integradas en el mundo y Latinoamérica revelan la fragmentación de los sistemas de atención de salud, con una deficiente coordinación y continuidad de la atención que afecta negativamente en la salud de la población por duplicación de exámenes, falta de manejo adecuado de los medicamentos, tratamientos contradictorios y aumento de gravedad de las patologías, entre otros factores. No obstante este contexto de fragmentación y ruptura, existen pocos estudios que recogen la percepción de la continuidad de la atención desde la perspectiva de los usuarios y menos aún investigaciones que recuperan la experiencia vivida del tránsito por la red de salud y sus niveles tal como es percibida e interpretada por los propios usuarios y usuarias. En este sentido, la contribución del presente artículo es precisamente mostrar esa experiencia con datos cualitativos de primera mano a partir de casos, evidenciando la utilidad de la construcción de trayectorias asistenciales de usuarios y usuarias como material reflexivo para instancias de trabajo colaborativo de los equipos de distintos niveles asistenciales y en actividades formativas.</dc:description>
</item>
<item>
<title>Tensiones y potencias de la Cartografía Social en la producción colaborativa de conocimientos territoriales</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109335</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
La incursión de nuevas tecnologías de la información y la comunicación han potenciado la emergencia de los mapas en la vida cotidiana de los individuos. Nos topamos con ellos en aplicativos móviles con sistemas GPS, sistemas de información geográfica (SIG) privados o de código abierto y como trasfondo estratégico de geolocalización en las redes sociales, muchos de ellos en conexión con dispositivos inteligentes con los que interactuamos a diario. En efecto, los mapas han dejado de ser tan solo un documento con información sobre el territorio o un objeto de consulta en los Atlas nacionales o mundiales. Hoy, asistimos a procesos de geolocalización en el que las redes tecnológicas han hecho del mapa un instrumento de captura de información y análisis de todo tipo de procesos sociales, en el que los datos provienen de múltiples escenarios. Cada vez más, desde el plano de nuestra vida cotidiana, vamos produciendo datos de manera autónoma sobre lugares, acontecimientos, personas, gustos, etc. Como sabemos, toda esta información va haciendo parte de bases de datos nacionales y/o globales que funcionan en red para distintos fines.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>La incursión de nuevas tecnologías de la información y la comunicación han potenciado la emergencia de los mapas en la vida cotidiana de los individuos. Nos topamos con ellos en aplicativos móviles con sistemas GPS, sistemas de información geográfica (SIG) privados o de código abierto y como trasfondo estratégico de geolocalización en las redes sociales, muchos de ellos en conexión con dispositivos inteligentes con los que interactuamos a diario. En efecto, los mapas han dejado de ser tan solo un documento con información sobre el territorio o un objeto de consulta en los Atlas nacionales o mundiales. Hoy, asistimos a procesos de geolocalización en el que las redes tecnológicas han hecho del mapa un instrumento de captura de información y análisis de todo tipo de procesos sociales, en el que los datos provienen de múltiples escenarios. Cada vez más, desde el plano de nuestra vida cotidiana, vamos produciendo datos de manera autónoma sobre lugares, acontecimientos, personas, gustos, etc. Como sabemos, toda esta información va haciendo parte de bases de datos nacionales y/o globales que funcionan en red para distintos fines.</dc:description>
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<item>
<title>Producción científica universitaria actual: ¿maximización o pertinencia?: Desafíos metodológicos para la evaluación</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109334</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
Las formas e incentivos a la producción en las universidades del Estado son altamente dependientes de la política pública acerca de la ciencia, tecnología y la educación superior de cada país. Quienes dirigen universidades deben conseguir de sus académicos un equilibrio productivo coherente con aquellas. Hace ya casi medio siglo que Bunge (1970) anticipó los peligros de algunas políticas públicas en ciencia ilustrando el caso argentino. Calificó allí como errada una ‘Filosofía Popular del Desarrollo de la Ciencia’ que incluía un conjunto de creencias según las cuales la ciencia debía ser: empírica antes que teórica, regional antes que universal, aplicada antes que pura, y natural antes que social. Estas creencias determinaban decisiones acerca de la orientación, tipo de investigación y elección de ciertos métodos, favoreciendo la búsqueda de datos útiles para la toma de decisiones más que la prueba de hipótesis derivadas de teoría, lo cual entraña un riesgo de desnaturalización de su esencia. Bunge defendió una concepción de autonomía de la ciencia siendo muy consciente sin embargo de cuánto el gobierno y sus políticas afectan a la actividad científica (al punto de su propia emigración a Canadá). Las relaciones entre ciencia, tecnología y política son complejas y dinámicas, variando, justamente, a partir de los cambios políticos en cada país.
</description>
<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
<dc:description>Las formas e incentivos a la producción en las universidades del Estado son altamente dependientes de la política pública acerca de la ciencia, tecnología y la educación superior de cada país. Quienes dirigen universidades deben conseguir de sus académicos un equilibrio productivo coherente con aquellas. Hace ya casi medio siglo que Bunge (1970) anticipó los peligros de algunas políticas públicas en ciencia ilustrando el caso argentino. Calificó allí como errada una ‘Filosofía Popular del Desarrollo de la Ciencia’ que incluía un conjunto de creencias según las cuales la ciencia debía ser: empírica antes que teórica, regional antes que universal, aplicada antes que pura, y natural antes que social. Estas creencias determinaban decisiones acerca de la orientación, tipo de investigación y elección de ciertos métodos, favoreciendo la búsqueda de datos útiles para la toma de decisiones más que la prueba de hipótesis derivadas de teoría, lo cual entraña un riesgo de desnaturalización de su esencia. Bunge defendió una concepción de autonomía de la ciencia siendo muy consciente sin embargo de cuánto el gobierno y sus políticas afectan a la actividad científica (al punto de su propia emigración a Canadá). Las relaciones entre ciencia, tecnología y política son complejas y dinámicas, variando, justamente, a partir de los cambios políticos en cada país.</dc:description>
</item>
<item>
<title>Revisando biografías: La utilización de dispositivos visuales en el análisis de trayectorias profesionales</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109333</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
La reconstrucción de experiencias vitales de los agentes sociales nos lleva a pensar en sus biografías, sus contextos socio-históricos, sus inserciones sociales, sus trabajos. Tal como señala Mills (1961:26) “Ningún estudio social que no vuelva los problemas de la biografía, de la historia y de sus intersecciones dentro de la sociedad ha terminado su jornada laboral. ¿Qué variedad de hombres y mujeres prevalecen ahora en esta sociedad y en este período?”. Recuperando esta mirada de las biografías en contexto, en esta presentación nos proponemos reflexionar acerca de la utilidad del &lt;i&gt;método biográfico&lt;/i&gt; y el uso de &lt;i&gt;dispositivos visuales [data displays]&lt;/i&gt; al momento de analizar las trayectorias profesionales / ocupacionales de un grupo actores sociales.
</description>
<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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</item>
<item>
<title>Descriçao análise e compreensao em teses sobre o programa Universidade para todos Prouni - 2007-2017</title>
<link>http://sedici.unlp.edu.ar:80/handle/10915/109332</link>
<description>Objeto de conferencia
VI Encuentro Latinoamericano de Metodología de las Ciencias Sociales (Ecuador, 7 al 9 de noviembre de 2018)
O Prouni, objeto das teses analisadas nesta pesquisa, é um programa criado, no Brasil, pela Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005, no contexto do Plano Nacional de Educação (PNE 2001-2010), então vigente, para contribuir com a meta de matricular até 2010, no ensino superior, pelo menos 30% dos jovens entre 18 e 24 anos, por meio da concessão de bolsas de estudo em Instituições de Ensino Superior (IES) privadas a estudantes de baixa renda em troca da isenção, no período de vigência do termo de adesão, dos seguintes impostos e contribuições: Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas; Contribuição Social sobre o Lucro Líquido; Contribuição Social para Financiamento da Seguridade Social e Contribuição para o Programa de Integração Social. Como política pública, o Prouni é parte da reformulação das políticas sociais às quais o Brasil aderiu, por exigências decorrentes da adoção da lógica neoliberal e dos consequentes acordos de comércio que entendem como parte do crescimento econômico a necessária transferência de responsabilidade do Estado para a iniciativa privada. Insere-se, assim, no contexto das já citadas reformas educacionais implementadas na América Latina, a partir da década de 1990, por recomendações do Fundo Monetário Internacional (FMI), do Banco Mundial e da Organização Mundial do Comércio (OMC), como forma de atender as necessidades do mundo globalizado.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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