Analizamos alguns argumentos sobre o uso dos conceitos de “guerra” e “genocídio” para a interpretação da chamada “Conquista do Deserto”, a fim de recuperar uma agenda de pesquisa sobre a resistência indígena em relação à ocupação dos territórios do Pampa e da Patagônia. Essa abordagem surgiu da necessidade de discutir e reconstruir as características de uma agência indígena heterogênea, resultante de suas ligações históricas com a sociedade “criolla” e, ao mesmo tempo, independente do Estado.