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El objetivo de este trabajo es examinar la producción científica sobre los Programas de Educación Física y Bienestar del Estudiante. La revisión de literatura utilizó el Protocolo de Kitchenham (2004), los criterios de inclusión fueron: artículo, acceso abierto, texto completo, ciencias de la actividad física y el deporte y niveles educativos entre infantil o primera infancia hasta universitarios (pregrado). Se incluyeron las bases datos y/o repositorios EBSCO, DIALNET, Dimensions, Google Scholar, Open Alex, SCIELO, Scilit, SCOPUS y WoS. Se analizaron 21 artículos seleccionados de 2.642 registros iniciales utilizando un protocolo específico de búsqueda en diez bases de datos. Los resultados muestran un predominio de estudios cuantitativos (47,6%), seguidos por cualitativos (19%) y mixtos (9,5%), concentrados principalmente en España con el 47,6%. Se observó una distribución entre niveles educativos: primaria 38,09%, secundaria y universitaria 28,57% y parvularia 4,76%. Los hallazgos revelan que los programas de educación física efectivos mejoran no solo aspectos físicos sino también el bienestar psicológico, la motivación y las relaciones socioafectivas de los estudiantes. La necesidad de implementar estrategias innovadoras, integrar componentes de educación en salud y adoptar enfoques inclusivos. Se recomienda aumentar los estudios longitudinales y diseños experimentales, así como fortalecer la formación docente para implementar programas que promuevan el bienestar integral de los estudiantes.
En portuguésExaminar a produção científica sobre Educação Física e Programas de Bem-Estar Estudantil. A revisão da literatura utilizou o Protocolo de Kitchenham (2004), os critérios de inclusão foram: artigo, acesso aberto, texto completo, ciências da atividade física e do esporte e níveis de ensino desde o ensino infantil ou primeira infância até universitário (graduação). Foram incluídas as seguintes bases de dados e/ou repositórios: EBSCO, DIALNET, Dimensions, Google Scholar, Open Alex, SCIELO, Scilit, SCOPUS, WoS. Vinte e um artigos selecionados a partir de 2642 registros iniciais foram analisados utilizando um protocolo de pesquisa específico em dez bases de dados. Os resultados mostram predominância de estudos quantitativos 47,6%, seguidos de qualitativos 19% e mistos 9,5%, concentrados principalmente na Espanha 47,6%. Observou-se uma distribuição entre níveis de ensino: primário 38,09%, secundário e universitário 28,57% e jardim de infância 4,76%. Os resultados revelam que os programas de educação física eficazes melhoram não só os aspectos físicos, mas também o bem-estar psicológico, a motivação e as relações sócio-afetivas dos estudantes. Sugerem a necessidade de implementar estratégias inovadoras, integrar componentes de educação para a saúde e adotar abordagens inclusivas. Recomenda-se o aumento de estudos longitudinais e de projectos experimentais, bem como o reforço da formação de professores para a implementação de programas que promovam o bem-estar holístico dos estudantes.
En inglésTo examine the scientific output on Student Wellbeing and Physical Education Programmes. The literature review followed the Kitchenham Protocol (2004), and inclusion criteria were: article, open access, full text, physical activity and sport sciences and educational levels ranging from infant or early childhood to university (undergraduate). The following databases and/or repositories were consulted: EBSCO, DIALNET, Dimensions, Google Scholar, Open Alex, SCIELO, Scilit, SCOPUS and WoS. Twenty-one articles were analyzed from 2,642 initial records using a specific search protocol across ten databases. The results show a predominance of quantitative studies (47.6%), followed by qualitative (19%) and mixed methods (9,5%), concentrated mainly in Spain (47,6%). A distribution across educational levels was observed: primary school (38,09%), secondary school and university (28,57%) and kindergarten(4,76%). The findings reveal that effective physical education programmes improve not only physical aspects but also students’ psychological well-being, motivation and socio-affective relationships. The findings suggest the need to implement innovative strategies, integrate health education components and adopt inclusive approaches. It is recommended to increase longitudinal studies and experimental designs, as well as to strengthen teacher training to implement programmes that promote students’ holistic wellbeing.
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