En español
Esta investigación se propuso conocer si el retorno al trabajo remunerado, durante el primer año de vida del bebé, incide en los niveles de estrés autopercibido de las madres e identificar qué situaciones estas experimentan como estresantes. El estudio fue correlacional, transversal, no experimental, con un encuadre metodológico mixto. La muestra incluyó 34 mujeres del área metropolitana de Buenos Aires (AMBA), divididas en dos grupos: uno que se reincorporó al trabajo remunerado y otro que no. Se encontró que los niveles de estrés autopercibido eran levemente mayores en las madres que retornaron al trabajo y que las preocupaciones se relacionaban principalmente con el bienestar del bebé, su cuidado y situaciones laborales que dificultaban su desempeño y la continuidad de la lactancia materna exclusiva.
En portugués
Esta pesquisa teve como objetivo saber se o retorno ao trabalho remunerado afeta a autopercepção dos níveis de estresse das mães durante o primeiro ano de vida do bebê e identificar quais situações elas vivenciam como estressantes. O estudo foi correlacional, transversal, não experimental, com quadro metodológico misto. A amostra contou com 34 mulheres da área metropolitana de Buenos Aires (AMBA), divididas em dois grupos: um que retornou ao trabalho remunerado e outro que não. Verificou-se que os níveis de estresse autopercebido foram ligeiramente superiores nas mães que retornaram ao trabalho e que as preocupações estavam principalmente relacionadas ao bem-estar do bebê, aos seus cuidados e às situações de trabalho que dificultavam o seu desempenho e a continuidade do aleitamento materno exclusivo.
En inglés
This research aimed to know if the return to paid work during the first year of the baby's life affects the self-perceived stress levels of mothers and to identify those situations they experience as stressful. The study was correlational, cross-sectional, nonexperimental, with a mixed methodological framework. The sample included 34 women from Buenos Aires Metropolitan Area (AMBA, for its initials in Spanish) divided into two groups: one who returned to paid work and another who did not. It was found that the levels of self-perceived stress were slightly higher in mothers who returned to work and that the concerns were mainly related to the well-being of the baby, his/her care and work situations that hindered her performance and the continuity of exclusive breastfeeding.