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Este trabalho comparou fontes bibliográficas utilizadas para diagnóstico farmacoterapêutico de Interações Medicamentosas (IM): uma base de dados de acesso livre via internet, um livro, e os dados do Micromedex®. A hipótese foi verificar a similaridade na classificação quanto à severidade da IM. Em 1785 prescrições de um hospital universitário brasileiro, foram encontradas 887 prescrições com 77 IM potenciais. Apenas 26 IM (34%) apresentaram a mesma classificação quanto à severidade nas três fontes bibliográficas analisadas, [kappa = 0,396 para IM grave (95% IC: 0,269-0,525; p < 0,001)]. Concluímos que as IM podem ser classificadas com severidade diferente dependendo da fonte bibliográfica utilizada. Ressaltamos a importância da avaliação crítica da informação ao interpretar dados e orientar a equipe médica na tomada de providências para a prevenção e manejo das IM.
In EnglishThis work compared bibliographic sources used as methods for pharmacotherapeutic diagnosing of drug-drug interactions (DDI): one database free accessed by Internet, a book and Micromedex® data. The hypothesis was to verify the similarity in the classification of severity of the DDI. In 1785 prescriptions of a Brazilian university hospital, 887 prescriptions had shown 77 potential DDI. Only 26 (34%) DDI pairs had presented the same classification of severity in the three sources, [kappa = 0,396 to major DDI (95% IC: 0,269- 0,525; p < 0,001)]. We conclude that the DDI can be classified with different severity grades depending on the bibliographic source used. We remind the importance of critical evaluation of information to interpret data and to guide the medical team in decisions for prevention and handling of the DDI.
In PortugueseEste trabalho comparou fontes bibliográficas utilizadas para diagnóstico farmacoterapêutico de Interações Medicamentosas (IM): uma base de dados de acesso livre via internet, um livro, e os dados do Micromedex®. A hipótese foi verificar a similaridade na classificação quanto à severidade da IM. Em 1785 prescrições de um hospital universitário brasileiro, foram encontradas 887 prescrições com 77 IM potenciais. Apenas 26 IM (34%) apresentaram a mesma classificação quanto à severidade nas três fontes bibliográficas analisadas, [kappa = 0,396 para IM grave (95% IC: 0,269-0,525; p < 0,001)]. Concluímos que as IM podem ser classificadas com severidade diferente dependendo da fonte bibliográfica utilizada. Ressaltamos a importância da avaliação crítica da informação ao interpretar dados e orientar a equipe médica na tomada de providências para a prevenção e manejo das IM.